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07 maio 2013

Passou e passará...

Rápido! O tempo passou rápido e vai continuar assim! Eu queria poder escrever um post sobre meu niver que fou sábado (dia 4), mas minha mente só gira em torno do Junior. Por que? Por que no próximo sábado é ele quem faz aniversário. 2 anos minha gente. 2 anos!!!

Ai a sentimental aqui fica lembrando toda hora dele pititico, da barriga de gestante, do parto... Pra vocês terem uma idéia essa noite sonhei com ele recem nascido, naquela fase em que eles aprendem a mamar! E pra completar, essa semana uma amiga virtual ficou grávida e descobriu de um forma muiiito parecida de quando eu descobri a gravidez do Junior.

Eu fico olhando pra ele fico lembrando de tudo! Lembro das minhas desconfianças, mas eu não queria me iludir. A minha vontade (e curiosidade diga-se de passagem) de ser mãe era tão grande, que antes de casar eu achei que estava grávida por várias vezes #aloka, dai quando eu realmente estava eu não queria acreditar por achar que fosse fantasia da minha cabeça.

Lembro também de quando descobri, eu estava na casa da minha, tinha acabado de passar numa entrevista de emprego e meu exame admissional estava marcado para o dia seguinte. Porem eu passei muito mal naquele dia na ida pra entrevista, enjoei horrores no trem. Álias, que quase vomitei e desmaiei e olha que eu estava sentada! Ai quando eu peguei aquele teste de farmácia, fiz um pipis numa tampinha de xarope e coloquei a tirinha lá dentro, em segundos, uns 5, as duas listrinhas apareceram. Eu fiquei chocada porque não acreditava que estava grávida. Na realidade eu nem podia ter engravidado, a situação financeira não era lá as melhores pra dar um vida digna a uma criança.

Mas, depois que eu aceitei que sim, eu estava grávida, fui me dando conta do porque de tantos enjoos, tantas cólicas, tantas náuseas, tanto cansaço e fadiga. Ainda tinha a minha barriga que dobrava de tamanho toda vez que eu almoçava ou jantava e marido até brincava perguntando "tem neném ai?".

Ai vem toda aquela sensação de descoberta, de ver pela primeira vez ele através da ultra. Das primeiras recomendações médicas, das inúmeras vindas da família. Lembro da minha ansiedade pra barriga crescer logo, da felicidade quado ela realmente cresceu! Dos vestidos que eu amava usar, da descoberta em ver o meu sonho de criança de meu primeiro filho seria um MENINO!

Dá saudade da minha última gaveta no guarda roupas ser desocupada pra colocar as roupinhas que ele ia ganhando. De olhar e pegar nelas todos os dias e ficar imaginando ele dentro, de fazer planos de quando ele nascesse. De quando ele mexia e parecia que ia rasgar minha barriga. 

Ai vem a saudade que mais dói! A saudade dos meus últimos dias como gestante, de quando eu e ele eramos um. Daquele dia das mães que eu senti duas contrações bem doloridas e todo mundo ficar na espectativa do "será que é hoje?!". De esperar fervorosamente pela virada da lua, porque pelos meus cáculos, naquela terça, dia 10, entraria a 9ª lua crescente. E eu estava certa, porque foi naquela terça que eu passei o dia estranha, tão estranha que eu só lembro de quando eu estava indo embora da casa da minha mãe. Eu não tenho uma lembrança daquele dia, é como se da hora que eu acordei a té as 5 da tarde tivesse sido apagada da minha memória.

Lembro de ter ido pra casa, ter checado as malas. Fiquei pensando que podia ser alarme falso, que ele ainda não ia nascer. Mas as 2 da manhã aquela dorzinha de coluna chata voltou e fomos pra maternidade. E no outro dia, depois de 1 hora, eu descobri o que é ter contração, o que é ficar ansiosa porque sabia que estava cada vez mais próximo ver o rostinho que eu mais amaria no mundo!

E as 14:50 ele chegou! Chegou pra me fazer feliz, pra me fazer ter um motivo e razão pelo qual lutar e vencer. Chegou pra ser meu amigo, meu companheiro no dia a dia. Pra me dar um sorriso lindo pela manhã, pra me chamar de mã, quando quer minha atenção. Pra me dar o melhor abraço e carinho do mundo! Pra me fazer descobrir o que é amor de verdade!

E eu amo! Amo incondicionalmente! Tanto que chega a dor...

11 outubro 2010

A História do POSITIVO!

Lembram que eu teria bater uma trans? Pois bem, no dia em que eu iria bater, fiquei no hospital com a minha irmã que estava internada com dengue hemorrágica (ela já está em casa e muito bem). No dia seguinte, quinta-feira, eu fui fazer uma entrevista, e foi ai que tudo começou...

Há uns 15 dias eu comecei a sentir enjôos e muita mal estar. Tomei pavor de arroz, feijão, café e outras coisas que eu gosto. Mas os sintomas não eram só esses. No inicio de setembro tive sintomas normais da vinda da monstra: dor nos seios, cólicas. Só que, com o passar dos dias, nenhum deles sumiu, pelo contrário, os meios seios não paravam de crescer e as cólicas em certas horas eram insuportáveis. No dia da entrevista eu quase desmaiei dentro do trem e na volta quase vomitei no ônibus. E pra piorar a situação eu já iria fazer o exame admissional no dia seguinte.

Passei na minha mãe e contei o ocorrido para ela. Chegamos a conclusão que sim, eu poderia estar grávida. Ela já havia falado dias antes sobre o tamanho dos meus seios e achou estranho eu querer comer um bolo de cenoura que vi na tv (mas eu quero até agora aquele bendito bolo rs). Comprei o teste de farmácia e em menos de 30 segundos a segunda listra apareceu. Minha mãe não acreditou, leu o manual não sei quantas vezes. Liguei pro marido e contei pra ele. Ele ficou meio “extasiado” e me disse pra ir fazer o exame, além disso, pediu pra que eu fizesse o exame de sangue pra confirmar. Liguei pro meu pai também que não acreditou muito na história e também disse que só acreditaria com o exame (só ele mesmo rs).

Na sexta, então, decidi fazer uma US. Estava meio nervosa, e gente, na real, eu não queria estar grávida. Pretendia colocar currículo e conseguir um emprego, nem que fosse de extra, pra trabalhar neste fim de ano. Quando entrei o consultório, o médico perguntou se eu sabia quanto tempo eu tinha. Eu disse que não, então ele perguntou a data da ultima monstra. Falei que não mênstruo desde maio e que já tinha ido ao GO e ela havia diagnosticado uma SOP.

Quando ele colocou a aparelho na minha barriga o mundo parou. De cara apareceu o saco gestacional e o meu lindo estava lá. Não sei nem descrever o que eu senti. Naquela hora eu só pensava: meu filho, meu filho, meu filho! O médico falou: É neném sim! Gente não há sensação que se compare a essa!

Estou com 7 semanas e 4 dias. Os enjôos continuam geralmente pela manhã e a família está em festa. Minha mãe fez mil recomendações: Não pegue peso, cuidado com o sal, Maicon ajuda ela, e blá blá blá. Minha sogra chorou, minha boadrasta tá toda boba e meu padrasto nem pai é e já vai ser avô.

Eu acho que a ficha ainda não caiu pro amor. Ele só perguntou sobre quando dá pra ver o sexo, com quem será que vai parecer, mas ainda não demonstrou nada de carinho com a barriga. Por falar em barriga, ela já está aparecendo, já estou perdendo roupas e soutiens. Não tive nenhum desejo, só a vontade do bolo mesmo. Decidimos não contar nada pra vizinhos, só os familiares e amigos mais íntimos é que sabem.

Gente, eu to muito, muito, muito feliz!!! Já ouvi que somos loucos por querer ter um filho agora. Eu NÃO quis, pelo contrário, estava esperando a lindona descer pra voltar a tomar o remédio (que eu havia parado de tomar porque ela não vinha). Penso que se o meu filho está aqui é porque DEUS quis e pronto. Não importa A nem B, pra mim o que está valendo é a vontade de Deus na minha vida. Podem falar a vontade e ainda assim nós 4 (Eu, Marido, Baby e Marley) estaremos muiiiiiito felizes, Graças a Deus!!!