Gente, quanto tempo sem vir aqui! Senti muiiiitas saudades e quero muito voltar a ser uma mãe blogueira rs. Por muitas vezes não escrevi por falta de inspiração, mas a verdade mesmo é que me falta tempo! Sinceramente, eu NECESSITO de um dia com, no mínimo, 50 horas. Então deixa eu atualizar vocês sobre o que aconteceu nesses 10 meses, porque muita, muita coisa mudou e pra melhor!
Vou começar pelo assunto que eu parei. Em janeiro fiz minha primeira tentativa de desfralde, porque Junior iria pra escolinha e eu queria muito que ele fosse desfraldado. Comecei 2 semanas antes do inicio das aulas e esperava que com a ajuda da escola eu conseguisse esse feito. No primeiro dia de aula, mandei ele de fralda, claro! E no 3° dia comuniquei a tia que estava em processo de desfralde. E pra minha tristeza ela disse que naquele momento não teria como me ajudar, a turma estava em processo de adaptação, dela conhecer os pequenos e vice versa. Então a primeira tentativa parou por ai! rs
Uns 2 meses depois ela me chamou e disse que ele começou a apresentar um certo interesse pelo banheiro da escola, que muitas vezes ia, mas não fazia e nem pedia pra fazer, mas já era um sinal pra começar o desfralde novamente. Com isso ela pediu pra que eu começasse a levar ele sem fralda e sempre ter uma muda de roupa na mochila por conta dos escapes. E assim fiz, conversei muito com ele, falei que tinha que pedir pra fazer xixi e a resposta era sempre "aahh mãe!".
As primeiras semanas foram tensas! Ele fazia xixi na escola quase todos os dias e em casa fazia no tapete ou no sofá (o que me deixa irritada ao extremo!). Só que entrou o inverno e ele foi começando a ficar sem tênis e sem roupa pra usar porque demoravam muito pra secar. Como tinha esse problema e nenhum progresso desisti do desfralde e voltei a usar fraldas nele, mas prometi a mim mesma que quando o calor chegasse retomaria.
Em fiz chegou setembro e com ele o calor que eu esperava. Dessa vez estava menos tensa, muito mais focada e determinada, então eu e marido entramos na missão juntamente com a professora e no dia 24/09 demos partida pra mais uma tentativa de desfralde. Pra minha alegria era raro escapar xixi na escola e eu já considerei isso um progresso, visto o tempo que ele ficou usando fraldas. Comprei um penico alegrinho pra ver se ele se animava mais e assim continuei. Sempre explicava pra ele que tinha que fazer xixi no penico, que tinha que pedir, que se fizesse ganharia bala e os tão sonhados blocos (Lego) que ele ama . Papai e eu sentamos sei lá quantas vezes nesse penico pra mostrar pra ele como era e aos poucos ele foi aceitando a idéia. No começo quando a gente levava ele no banheiro ou perguntava se queria fazer xixi, Junior sempre falava não. Até que um dia eu estava indo pra minha mãe e marido me liga e diz "amor, adivinha?", eu não fazia a mínima idéia do que ele que queria contar e perguntei o que era e ouço "o Junior fez xixi no penicooooooooooo!". Pensa numa mãe besta, que ria, que queria gritar aos sete ventos que o filho tinha feito xixi no penico?!
Depois desse dia fomos progredindo aos poucos e sempre que ele chegava da escola passamos a mandar ele fazer xixi e não a perguntar se queria. Se a gente perguntava sempre respondia que não e quando a gente mandava ele fazia. Então depois que chegava da escola era certo rolar no penico e raramente ele fazia nas calças, porque sempre segurava até a hora de dormir. Passei a falar de hora em hora "Junior vai fazer xixi", ele pegava o peniquinho dele e fazia. Com isso fui ficando cada vez mais animada e confiante pra ajudar ele nesse processo difícil e bota difícil nisso!
Teve um domingo que ele estava brincando e do nada diz "mamãe, queo fagê xixi". Corri e peguei o penico! Pra minha surpresa ele fez coco!!! Nossa, como nós festejamos! Fiquei toda boba com aquilo, até achei que ele não faria mais número 2 nas calças, mas né, o menino tinha acabado de aprender a fazer xixi no penico e eu já queria mais, calma Grauce! kkkkk
Às vezes falo pra ele ir fazer no vaso, pra tirar ele do conforto e comodismo do penico. Nem sempre ele se sente a vontade pra fazer, mas de vez em quando rola. Falando no vaso... semana passada, perto da hora de dormir, ele pediu pra fazer coco! Como a mãe de um coleguinha da escola me ouviu falando com a professora sobre os avanços do desfralde, me ofereceu o adaptador de vaso e eu aceitei. Estava novinho e quando ele pediu usei! Gente, e não é que o menino fez o cocozinho no vaso mesmo?! Eu não poderia estar mais feliz! Essa semana também rolou o primeiro xixi na escola. Falei pra tia sobre o fato de mandar e não perguntar. Na segunda feira ela me contou que falou pra ele ir fazer e assim foi, ele botou o pingulim pra fora, fez o xixi e ainda deu tchau como fazemos aqui. Gente, ele SEMPRE quer dar tchau, não importa se o xixi é dele, meu ou do pai.
Hoje posso dizer que Junior está desfraldado! Já pede pra fazer xixi e com isso me sinto segura em sair com ele sem a bendita fralda! Hoje não vejo meu filho como um bebê e sim como uma criança. Constatei que quando a criança está preparada a coisa é bem mais rápida do que se imagina. Então se você está tentando e não consegue é bem provavel que seu filho(a) ainda não esteja pronto. Não importa a idade! Junior saiu das fraldas com 3 anos e 5 meses. Tarde? Não! Foi o tempo dele! Toda vez que dava certo era festa, muitos parabéns. Sempre digo que estou muito feliz, muito orgulhosa por ele fazer xixi no vaso ou no penico e percebo que ele fica muito feliz com isso.
Eu ia conta muito mais coisa nesse post, mas ele já está grande demaaaais! Então no próximo vou falar sobre a escola que fez o Junior evoluir muiito!
Obrigado por ter lido esse testamento! :*
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12 novembro 2014
31 maio 2013
Carta de um coração em desespero!
"Eu nunca, nunca na minha vida senti isso! Hoje, por alguns minutos, vi a minha vida sem você. Me senti vazia e sem vida.
Hoje te faltou o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios. Te faltou as pernas que correr pela casa, as mãos pra espalhar os brinquedos. Tudo o que eu tinha nos braços era um pedaço de mim com o olhar vazio, um nariz entupido.
Depois de uma crise tosse que chegou a te fazer vomitar, me bateu um pânico enorme. Me imaginei recebendo uma triste notícia. Ao chegar em casa eu só pensava em "eu não vou suportar". Eu só sabia pedir a Deus que tocasse em cada pedacinho do seu ser e tirasse tudo o que não era da vontade dEle e que te fizesse melhorar.
Mas ao de ligar para o Dr. Junior e explicar que mesmo tomando a medicação você não melhorava, meu coração se acalmou ao ouvir "Mãe, antibiótico leva 72 horas pra fazer efeito." Mesmo assim você ainda estava lá, deitadinho no sofá, choramingando e implorando os meus braços e o meu aconchego.
Mas quem diria que depois de uma inalação e uns minutos de sono você estaria ali novamente, se jogando em cima da gente, dando aquela D E L I C I O S A gargalhada e chamando a gente pra brincar. Acredite, você até dançou a batida da Pop junto com a turma do Peixonauta e tirou risos do seu pai.
Filho, nunca mais faça isso comigo! Nunca mais me permita ver aquele olhar! Você até pode ficar dodói, mas não pode me fazer pensar besteiras!
As lágrimas correm pelo rosto por saber que você está na sua caminha dormindo como sempre. Que de novo eu tive que brigar com você porque já era a hora dormir.
Eu te amo tanto, tanto, tanto que chega a doer!"
Hoje te faltou o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios. Te faltou as pernas que correr pela casa, as mãos pra espalhar os brinquedos. Tudo o que eu tinha nos braços era um pedaço de mim com o olhar vazio, um nariz entupido.
Depois de uma crise tosse que chegou a te fazer vomitar, me bateu um pânico enorme. Me imaginei recebendo uma triste notícia. Ao chegar em casa eu só pensava em "eu não vou suportar". Eu só sabia pedir a Deus que tocasse em cada pedacinho do seu ser e tirasse tudo o que não era da vontade dEle e que te fizesse melhorar.
Mas ao de ligar para o Dr. Junior e explicar que mesmo tomando a medicação você não melhorava, meu coração se acalmou ao ouvir "Mãe, antibiótico leva 72 horas pra fazer efeito." Mesmo assim você ainda estava lá, deitadinho no sofá, choramingando e implorando os meus braços e o meu aconchego.
Mas quem diria que depois de uma inalação e uns minutos de sono você estaria ali novamente, se jogando em cima da gente, dando aquela D E L I C I O S A gargalhada e chamando a gente pra brincar. Acredite, você até dançou a batida da Pop junto com a turma do Peixonauta e tirou risos do seu pai.
Filho, nunca mais faça isso comigo! Nunca mais me permita ver aquele olhar! Você até pode ficar dodói, mas não pode me fazer pensar besteiras!
As lágrimas correm pelo rosto por saber que você está na sua caminha dormindo como sempre. Que de novo eu tive que brigar com você porque já era a hora dormir.
Eu te amo tanto, tanto, tanto que chega a doer!"
07 maio 2013
Passou e passará...
Rápido! O tempo passou rápido e vai continuar assim! Eu queria poder escrever um post sobre meu niver que fou sábado (dia 4), mas minha mente só gira em torno do Junior. Por que? Por que no próximo sábado é ele quem faz aniversário. 2 anos minha gente. 2 anos!!!
Ai a sentimental aqui fica lembrando toda hora dele pititico, da barriga de gestante, do parto... Pra vocês terem uma idéia essa noite sonhei com ele recem nascido, naquela fase em que eles aprendem a mamar! E pra completar, essa semana uma amiga virtual ficou grávida e descobriu de um forma muiiito parecida de quando eu descobri a gravidez do Junior.
Eu fico olhando pra ele fico lembrando de tudo! Lembro das minhas desconfianças, mas eu não queria me iludir. A minha vontade (e curiosidade diga-se de passagem) de ser mãe era tão grande, que antes de casar eu achei que estava grávida por várias vezes #aloka, dai quando eu realmente estava eu não queria acreditar por achar que fosse fantasia da minha cabeça.
Lembro também de quando descobri, eu estava na casa da minha, tinha acabado de passar numa entrevista de emprego e meu exame admissional estava marcado para o dia seguinte. Porem eu passei muito mal naquele dia na ida pra entrevista, enjoei horrores no trem. Álias, que quase vomitei e desmaiei e olha que eu estava sentada! Ai quando eu peguei aquele teste de farmácia, fiz um pipis numa tampinha de xarope e coloquei a tirinha lá dentro, em segundos, uns 5, as duas listrinhas apareceram. Eu fiquei chocada porque não acreditava que estava grávida. Na realidade eu nem podia ter engravidado, a situação financeira não era lá as melhores pra dar um vida digna a uma criança.
Mas, depois que eu aceitei que sim, eu estava grávida, fui me dando conta do porque de tantos enjoos, tantas cólicas, tantas náuseas, tanto cansaço e fadiga. Ainda tinha a minha barriga que dobrava de tamanho toda vez que eu almoçava ou jantava e marido até brincava perguntando "tem neném ai?".
Ai vem toda aquela sensação de descoberta, de ver pela primeira vez ele através da ultra. Das primeiras recomendações médicas, das inúmeras vindas da família. Lembro da minha ansiedade pra barriga crescer logo, da felicidade quado ela realmente cresceu! Dos vestidos que eu amava usar, da descoberta em ver o meu sonho de criança de meu primeiro filho seria um MENINO!
Dá saudade da minha última gaveta no guarda roupas ser desocupada pra colocar as roupinhas que ele ia ganhando. De olhar e pegar nelas todos os dias e ficar imaginando ele dentro, de fazer planos de quando ele nascesse. De quando ele mexia e parecia que ia rasgar minha barriga.
Ai vem a saudade que mais dói! A saudade dos meus últimos dias como gestante, de quando eu e ele eramos um. Daquele dia das mães que eu senti duas contrações bem doloridas e todo mundo ficar na espectativa do "será que é hoje?!". De esperar fervorosamente pela virada da lua, porque pelos meus cáculos, naquela terça, dia 10, entraria a 9ª lua crescente. E eu estava certa, porque foi naquela terça que eu passei o dia estranha, tão estranha que eu só lembro de quando eu estava indo embora da casa da minha mãe. Eu não tenho uma lembrança daquele dia, é como se da hora que eu acordei a té as 5 da tarde tivesse sido apagada da minha memória.
Lembro de ter ido pra casa, ter checado as malas. Fiquei pensando que podia ser alarme falso, que ele ainda não ia nascer. Mas as 2 da manhã aquela dorzinha de coluna chata voltou e fomos pra maternidade. E no outro dia, depois de 1 hora, eu descobri o que é ter contração, o que é ficar ansiosa porque sabia que estava cada vez mais próximo ver o rostinho que eu mais amaria no mundo!
E as 14:50 ele chegou! Chegou pra me fazer feliz, pra me fazer ter um motivo e razão pelo qual lutar e vencer. Chegou pra ser meu amigo, meu companheiro no dia a dia. Pra me dar um sorriso lindo pela manhã, pra me chamar de mã, quando quer minha atenção. Pra me dar o melhor abraço e carinho do mundo! Pra me fazer descobrir o que é amor de verdade!
E eu amo! Amo incondicionalmente! Tanto que chega a dor...
Ai a sentimental aqui fica lembrando toda hora dele pititico, da barriga de gestante, do parto... Pra vocês terem uma idéia essa noite sonhei com ele recem nascido, naquela fase em que eles aprendem a mamar! E pra completar, essa semana uma amiga virtual ficou grávida e descobriu de um forma muiiito parecida de quando eu descobri a gravidez do Junior.
Eu fico olhando pra ele fico lembrando de tudo! Lembro das minhas desconfianças, mas eu não queria me iludir. A minha vontade (e curiosidade diga-se de passagem) de ser mãe era tão grande, que antes de casar eu achei que estava grávida por várias vezes #aloka, dai quando eu realmente estava eu não queria acreditar por achar que fosse fantasia da minha cabeça.
Lembro também de quando descobri, eu estava na casa da minha, tinha acabado de passar numa entrevista de emprego e meu exame admissional estava marcado para o dia seguinte. Porem eu passei muito mal naquele dia na ida pra entrevista, enjoei horrores no trem. Álias, que quase vomitei e desmaiei e olha que eu estava sentada! Ai quando eu peguei aquele teste de farmácia, fiz um pipis numa tampinha de xarope e coloquei a tirinha lá dentro, em segundos, uns 5, as duas listrinhas apareceram. Eu fiquei chocada porque não acreditava que estava grávida. Na realidade eu nem podia ter engravidado, a situação financeira não era lá as melhores pra dar um vida digna a uma criança.
Mas, depois que eu aceitei que sim, eu estava grávida, fui me dando conta do porque de tantos enjoos, tantas cólicas, tantas náuseas, tanto cansaço e fadiga. Ainda tinha a minha barriga que dobrava de tamanho toda vez que eu almoçava ou jantava e marido até brincava perguntando "tem neném ai?".
Ai vem toda aquela sensação de descoberta, de ver pela primeira vez ele através da ultra. Das primeiras recomendações médicas, das inúmeras vindas da família. Lembro da minha ansiedade pra barriga crescer logo, da felicidade quado ela realmente cresceu! Dos vestidos que eu amava usar, da descoberta em ver o meu sonho de criança de meu primeiro filho seria um MENINO!
Dá saudade da minha última gaveta no guarda roupas ser desocupada pra colocar as roupinhas que ele ia ganhando. De olhar e pegar nelas todos os dias e ficar imaginando ele dentro, de fazer planos de quando ele nascesse. De quando ele mexia e parecia que ia rasgar minha barriga.
Ai vem a saudade que mais dói! A saudade dos meus últimos dias como gestante, de quando eu e ele eramos um. Daquele dia das mães que eu senti duas contrações bem doloridas e todo mundo ficar na espectativa do "será que é hoje?!". De esperar fervorosamente pela virada da lua, porque pelos meus cáculos, naquela terça, dia 10, entraria a 9ª lua crescente. E eu estava certa, porque foi naquela terça que eu passei o dia estranha, tão estranha que eu só lembro de quando eu estava indo embora da casa da minha mãe. Eu não tenho uma lembrança daquele dia, é como se da hora que eu acordei a té as 5 da tarde tivesse sido apagada da minha memória.
Lembro de ter ido pra casa, ter checado as malas. Fiquei pensando que podia ser alarme falso, que ele ainda não ia nascer. Mas as 2 da manhã aquela dorzinha de coluna chata voltou e fomos pra maternidade. E no outro dia, depois de 1 hora, eu descobri o que é ter contração, o que é ficar ansiosa porque sabia que estava cada vez mais próximo ver o rostinho que eu mais amaria no mundo!
E as 14:50 ele chegou! Chegou pra me fazer feliz, pra me fazer ter um motivo e razão pelo qual lutar e vencer. Chegou pra ser meu amigo, meu companheiro no dia a dia. Pra me dar um sorriso lindo pela manhã, pra me chamar de mã, quando quer minha atenção. Pra me dar o melhor abraço e carinho do mundo! Pra me fazer descobrir o que é amor de verdade!
E eu amo! Amo incondicionalmente! Tanto que chega a dor...
11 abril 2013
Da falta que sinto...
Eu participo de um grupo no face de mamães. Gosto muito de lá porque não tem esse lance de "você é 'menas' mãe e eu sou a blaster!". Quem quiser participar, eu super indico, é o Primíparas. Ai a Ju, mamãe blogueira como nós, levantou uma questão que eu nem tinha me dado conta: ter um tempo sozinha.
Eu nunca contei a falha que eu cometi quando engravidei. No relato do positivo eu não entrei nesse detalhe e vou contar pra vocês.
Me casei em maio, minha mestruação veio no dia do meu niver (que presentão #sqn). Daí, nesse mesmo dia falei pro marido, na época noivo, que "festinha" só na noite de núpcias. E nesse mesmo mês eu não tomei o AC. Como eu me casei no fim do mês, fiquei esperando a bendita descer pra voltar a tomar o remédio, e ai a coisa saiu de controle.
Eu nunca tive um ciclo regular, sempre foi de 30 a 32 dias. Ai dentro de periodo esperado ela veio, de manhã cedinho. porém era um borra de café bem escura e no fim do mesmo dia ela foi embora. Eu achei estranho, comecei a pensar que estava grávida. Mas mesmo assim, voltei a tomar o AC.
Terminada a cartela, eu fiz a pausa de 7 dias e... NADA! Pra não dizer nada, veio tipo saliva misturado com sangue, aquile rosa beeeeeeem clarinho. Fiz um teste de farmácia e um exame de sangue e ambos deram negativo. E eu estava sentido umas dores bem fortes pouco acima da pubis, pensei ser dor nos ovários. Com esses negativos conclui que eu estava com algum problema de saúde e simplismente PAREI de tomar o remédio. Dai a história continua com o positivo.
Quando descobri a gravidez eu tinha quase 5 meses de casada, umas dívidas do casamento pra pagar, tava numa fase conturbada de quase sem teto, necessitada de um emprego (que eu quase consegui se não fosse a gravidez). Resumindo, tava num momento muito ótimo da minha vida pra engravidar, sabe rs! Ai eu pergunto: gente, fala 'pá eu' aqui o que eu curti??
Financeiramente, o Junior pouco atrapalhou. Ou não sei lá!!! O único sonho que ficou atrasado e sabe-se lá quando vai ser possível é a casa, o carro conseguimos comprar um 'veinho' que tá quebrando a árvore inteira! Mas voltando... No quesito dindin, o Junior não atrapalha, mas na questão liberdade...
Se vamos pro mercado, fazemos compras correndo porque uma hora o muleque dá um ataque de micro adolescente e quer porque quer correr pelo mercado sem fim; se vamos ao shopping voltamos logo porque o pique de bater perna é piquititim. Em novembro, ousamos em ir ao cinema ver Amanhecer part. 2 (levanta a mão e comemora!), mas deixamos ele com minha sogra e assim que o filme acabou voltamos pra casa no mesmo pé! E é básicamente isso que acontece quando saimos sem ele, voltamos logo porque ficamos com aquele sentimento de "tô incomodando".
Sexo, até rola quando o guri deixa. Ou então a gente aproveita a soneca dele da tarde, e sabemos que soneca da tarde não é lá aqueles sonos demorados e profundos ai já viu a duração da "festa" né?! kkkk Mas, tá no famoso cai a quantidade e melhora a qualidade.
Mas eu sinto falta de ter os MEUS momentos. De poder fazer minhas unhas com calma, sem tirar uma peça de alcatra pro mês inteiro das cutículas. De poder ver tv. Gente, sem sacanagem, eu só vejo 2 duas novelas "O Profeta" (Vale a Pena Ver de Novo) e "A Usurpadora" (Vale a Pena Ver Direto rs) e SÓ. Qualquer outro programa ou vejo na madruga ou enquanto o muleque dorme.
Sinto falta de ir pro shopping de rua da cidade vizinha e poder olhar as vitrines, admirar a peça, pensar que um dia eu comprar a dita cuja. De comer mais porcarias sem me preocupar que o leite ou a fralda pode acabar e o dindin não ter sobrado. De jogar conversa fiada com a vizinha na calçada, sem me preocupar que tem um cotoco correndo pela rua e que um carro pode vir e passar por cima desse cotoco (perai que fui bater na madeira).
Isso tudo acabou desde o dia 11 de maior de 2011. Não que eu não ame meu filho, eu amo sim, não dá nem pra medir! Mas eu sinto falta, sou em ser de carne e osso. Ou você não sente falta de nada, hein??
Eu nunca contei a falha que eu cometi quando engravidei. No relato do positivo eu não entrei nesse detalhe e vou contar pra vocês.
Me casei em maio, minha mestruação veio no dia do meu niver (que presentão #sqn). Daí, nesse mesmo dia falei pro marido, na época noivo, que "festinha" só na noite de núpcias. E nesse mesmo mês eu não tomei o AC. Como eu me casei no fim do mês, fiquei esperando a bendita descer pra voltar a tomar o remédio, e ai a coisa saiu de controle.
Eu nunca tive um ciclo regular, sempre foi de 30 a 32 dias. Ai dentro de periodo esperado ela veio, de manhã cedinho. porém era um borra de café bem escura e no fim do mesmo dia ela foi embora. Eu achei estranho, comecei a pensar que estava grávida. Mas mesmo assim, voltei a tomar o AC.
Terminada a cartela, eu fiz a pausa de 7 dias e... NADA! Pra não dizer nada, veio tipo saliva misturado com sangue, aquile rosa beeeeeeem clarinho. Fiz um teste de farmácia e um exame de sangue e ambos deram negativo. E eu estava sentido umas dores bem fortes pouco acima da pubis, pensei ser dor nos ovários. Com esses negativos conclui que eu estava com algum problema de saúde e simplismente PAREI de tomar o remédio. Dai a história continua com o positivo.
Quando descobri a gravidez eu tinha quase 5 meses de casada, umas dívidas do casamento pra pagar, tava numa fase conturbada de quase sem teto, necessitada de um emprego (que eu quase consegui se não fosse a gravidez). Resumindo, tava num momento muito ótimo da minha vida pra engravidar, sabe rs! Ai eu pergunto: gente, fala 'pá eu' aqui o que eu curti??
Financeiramente, o Junior pouco atrapalhou. Ou não sei lá!!! O único sonho que ficou atrasado e sabe-se lá quando vai ser possível é a casa, o carro conseguimos comprar um 'veinho' que tá quebrando a árvore inteira! Mas voltando... No quesito dindin, o Junior não atrapalha, mas na questão liberdade...
Se vamos pro mercado, fazemos compras correndo porque uma hora o muleque dá um ataque de micro adolescente e quer porque quer correr pelo mercado sem fim; se vamos ao shopping voltamos logo porque o pique de bater perna é piquititim. Em novembro, ousamos em ir ao cinema ver Amanhecer part. 2 (levanta a mão e comemora!), mas deixamos ele com minha sogra e assim que o filme acabou voltamos pra casa no mesmo pé! E é básicamente isso que acontece quando saimos sem ele, voltamos logo porque ficamos com aquele sentimento de "tô incomodando".
Sexo, até rola quando o guri deixa. Ou então a gente aproveita a soneca dele da tarde, e sabemos que soneca da tarde não é lá aqueles sonos demorados e profundos ai já viu a duração da "festa" né?! kkkk Mas, tá no famoso cai a quantidade e melhora a qualidade.
Mas eu sinto falta de ter os MEUS momentos. De poder fazer minhas unhas com calma, sem tirar uma peça de alcatra pro mês inteiro das cutículas. De poder ver tv. Gente, sem sacanagem, eu só vejo 2 duas novelas "O Profeta" (Vale a Pena Ver de Novo) e "A Usurpadora" (Vale a Pena Ver Direto rs) e SÓ. Qualquer outro programa ou vejo na madruga ou enquanto o muleque dorme.
Sinto falta de ir pro shopping de rua da cidade vizinha e poder olhar as vitrines, admirar a peça, pensar que um dia eu comprar a dita cuja. De comer mais porcarias sem me preocupar que o leite ou a fralda pode acabar e o dindin não ter sobrado. De jogar conversa fiada com a vizinha na calçada, sem me preocupar que tem um cotoco correndo pela rua e que um carro pode vir e passar por cima desse cotoco (perai que fui bater na madeira).
Isso tudo acabou desde o dia 11 de maior de 2011. Não que eu não ame meu filho, eu amo sim, não dá nem pra medir! Mas eu sinto falta, sou em ser de carne e osso. Ou você não sente falta de nada, hein??
05 abril 2013
Tenho agora ou deixo pra depois?
Outro dia eu tava conversando com a prima do meu esposo sobre a hora de ter filho. Ela, na época, tava tentando engravidar mais ainda tinha dúvidas se realmente queria, se realmente era o momento. Semanas depois ela descobriu que estava grávida de pouco menos de 1 mês.
Ai eu me deparei com uma questão que envolve muitas pessoas (homens e mulheres) nesse quesito. Muita gente quer terminar a faculdade, arrumar um emprego melhor, ter casa própria, viajar... Enfim, quer esperar, se preparar finaceiramente, se estabelecer, curtir mais a vida. Mas ai eu penso, se agente for esperar isso tudo acontecer, ou nunca teremos filhos ou teremos tardiamente.
Pensem comigo, se você compra uma casa ele é ótima por um tempo, depois você quer melhorar uma coisa aqui, outra ali, quer trocar os móveis, os eletrodomésticos. Se você tem um emprego, você quer trocar pelo que é melhor no seu ponto de vista, aquele que é o seu sonho. E eu pergunto: o que te impede de fazer tudo isso com seus filhos?
Olhem o meu exemplo. Depois de 4 anos de relacionamento, me casei. Com 5 meses de casada me vi grávida de 2 meses e sem ter planejado, morava numa favela, viviamos com pouco mais de um salário. Pensei: "Pronto, agora mesmo que eu não saio daqui!". Ai, marido meteu as caras e pediu pra ser mandado embora, a empresa que ele trabalhava pagava pouco, tinha poucos benefícios. Saiu da empresa, arrumou um "biscate" que não tinha nada a ver com o que ele gostava e pagava menos ainda. Depois arrumou um outro, que dava um pouco mais de garantia no quesito dinheiro. Mas mesmo pulando de galho em galho, ele procurava coisa melhor, tanto que não quis assinar a carteira por saber que era temporário.
Até que ele conseguiu entrar numa empresa de nome, que pagava bem, oferecia vários benefícios. O sonho dele era ser empregado nela! Ai sim mudamos de vida! Temos um pouco mais de conforto em casa, comemos melhor, passeamos mais, podemos dar o melhor (na nossa visão) pro Junior, ele tá fazendo faculdade, me apoia com meu trabalho, mudamos de casa e por último: conseguimos comprar nosso sonhado carrinho. Fala pra mim onde o Junior nos impediu de crescer??
Um filho te impede até onde você permitir. Desde que o Junior era pequeno eu sempre saí, só abria excessões em muito frio, muita chuva ou um sol escaldante! Mas fora isso, sempre vivemos a vida. O Junior só acrescentou e não subtraiu.
Muitos casais param a vida depois dos filhos. As mulheres não se esforçam nem pra cuidar de si próprias, imagina dar uma namorada com o marido. Não estou dizendo pra fazer por obrigação, mas agradar de vez em quando não custa, fora que depois a gente acaba entrando no embalo e curtindo rs. Homem é muito ligado em ter uma mulher que se cuide e em sexo. Por outro lado, os homens não entendem que cuidar de filho, casa, trabalhar e ter tempo e disposição pra eles é cansativo e exaustivo. Mas se o casal tiver cumplicidade, tudo isso é tirado de letra.
Um filho não nos tira nada, pelo contrário. Filho te dá motivos pra lutar, pra querer crescer, pra alcançar seus objetivos. Nunca me vi fazendo tantos planos como faço depois que o Junior nasceu e o Maicon vai no mesmo barco. O eu e ele virou nós, nada é planejado sem que o Junior esteja incluido.
Ai você vai dizer: "Mas Grauce, ser mãe não é mar de rosas." E não é mesmo! Ser mãe, em primeiro de tudo, é renuncia! Você abri mão de comprar aquele sapato dos sonhos, porque seu filho não tem aquele brinquedo que VOCÊ tanto quer dar. Você deixa de sair com as amigas, porque o tempo tá ruim pra sair com ele. Você e seu marido vão ter hora pra namorar, se é que vai dar tempo. O dinheiro dá uma encurtada, mas é tão gostoso comprar leite, farinha láctea, danoninho (eu gosto).
Você vai ter aquele dia de "onde eu tava com a cabeça, porque eu não me cuidei". Vai implorar pra alguém pegar a cria por uns minutos pra sua cabeça relaxar um pouco. Vai se desesperar porque ele vai chorar sem motivo algum. Vai gemer de dor porque seu peito vai rachar e você não vai conseguir negar o peito. Vai ter medo de cuidar do umbigo.
Somos humanos! Temos nervos a flor da pele! Você passar por isso não que dizer que você é uma mãe de merda, ou que você não ama seu filho.
Eu já chorei por não saber o que fazer quando o Junior não me obedecia. Já perdi as estribeiras e gritei com ele e ao ver ele chorar chorei mais que ele, porque ele não tem culpa da mãe estressada que tem. Mas aprendi a ser mãe.
Você não ama seu filho no primeiro olhar, você ama no dia a dia, nessas dificuldades que você passa e supera única e exclusivamente por esse sentimento que só vai crescendo no seu peito que vai chegar a doer de tão grande!
Ai eu me deparei com uma questão que envolve muitas pessoas (homens e mulheres) nesse quesito. Muita gente quer terminar a faculdade, arrumar um emprego melhor, ter casa própria, viajar... Enfim, quer esperar, se preparar finaceiramente, se estabelecer, curtir mais a vida. Mas ai eu penso, se agente for esperar isso tudo acontecer, ou nunca teremos filhos ou teremos tardiamente.
Pensem comigo, se você compra uma casa ele é ótima por um tempo, depois você quer melhorar uma coisa aqui, outra ali, quer trocar os móveis, os eletrodomésticos. Se você tem um emprego, você quer trocar pelo que é melhor no seu ponto de vista, aquele que é o seu sonho. E eu pergunto: o que te impede de fazer tudo isso com seus filhos?
Olhem o meu exemplo. Depois de 4 anos de relacionamento, me casei. Com 5 meses de casada me vi grávida de 2 meses e sem ter planejado, morava numa favela, viviamos com pouco mais de um salário. Pensei: "Pronto, agora mesmo que eu não saio daqui!". Ai, marido meteu as caras e pediu pra ser mandado embora, a empresa que ele trabalhava pagava pouco, tinha poucos benefícios. Saiu da empresa, arrumou um "biscate" que não tinha nada a ver com o que ele gostava e pagava menos ainda. Depois arrumou um outro, que dava um pouco mais de garantia no quesito dinheiro. Mas mesmo pulando de galho em galho, ele procurava coisa melhor, tanto que não quis assinar a carteira por saber que era temporário.
Até que ele conseguiu entrar numa empresa de nome, que pagava bem, oferecia vários benefícios. O sonho dele era ser empregado nela! Ai sim mudamos de vida! Temos um pouco mais de conforto em casa, comemos melhor, passeamos mais, podemos dar o melhor (na nossa visão) pro Junior, ele tá fazendo faculdade, me apoia com meu trabalho, mudamos de casa e por último: conseguimos comprar nosso sonhado carrinho. Fala pra mim onde o Junior nos impediu de crescer??
Um filho te impede até onde você permitir. Desde que o Junior era pequeno eu sempre saí, só abria excessões em muito frio, muita chuva ou um sol escaldante! Mas fora isso, sempre vivemos a vida. O Junior só acrescentou e não subtraiu.
Muitos casais param a vida depois dos filhos. As mulheres não se esforçam nem pra cuidar de si próprias, imagina dar uma namorada com o marido. Não estou dizendo pra fazer por obrigação, mas agradar de vez em quando não custa, fora que depois a gente acaba entrando no embalo e curtindo rs. Homem é muito ligado em ter uma mulher que se cuide e em sexo. Por outro lado, os homens não entendem que cuidar de filho, casa, trabalhar e ter tempo e disposição pra eles é cansativo e exaustivo. Mas se o casal tiver cumplicidade, tudo isso é tirado de letra.
Um filho não nos tira nada, pelo contrário. Filho te dá motivos pra lutar, pra querer crescer, pra alcançar seus objetivos. Nunca me vi fazendo tantos planos como faço depois que o Junior nasceu e o Maicon vai no mesmo barco. O eu e ele virou nós, nada é planejado sem que o Junior esteja incluido.
Ai você vai dizer: "Mas Grauce, ser mãe não é mar de rosas." E não é mesmo! Ser mãe, em primeiro de tudo, é renuncia! Você abri mão de comprar aquele sapato dos sonhos, porque seu filho não tem aquele brinquedo que VOCÊ tanto quer dar. Você deixa de sair com as amigas, porque o tempo tá ruim pra sair com ele. Você e seu marido vão ter hora pra namorar, se é que vai dar tempo. O dinheiro dá uma encurtada, mas é tão gostoso comprar leite, farinha láctea, danoninho (eu gosto).
Você vai ter aquele dia de "onde eu tava com a cabeça, porque eu não me cuidei". Vai implorar pra alguém pegar a cria por uns minutos pra sua cabeça relaxar um pouco. Vai se desesperar porque ele vai chorar sem motivo algum. Vai gemer de dor porque seu peito vai rachar e você não vai conseguir negar o peito. Vai ter medo de cuidar do umbigo.
Somos humanos! Temos nervos a flor da pele! Você passar por isso não que dizer que você é uma mãe de merda, ou que você não ama seu filho.
Eu já chorei por não saber o que fazer quando o Junior não me obedecia. Já perdi as estribeiras e gritei com ele e ao ver ele chorar chorei mais que ele, porque ele não tem culpa da mãe estressada que tem. Mas aprendi a ser mãe.
Você não ama seu filho no primeiro olhar, você ama no dia a dia, nessas dificuldades que você passa e supera única e exclusivamente por esse sentimento que só vai crescendo no seu peito que vai chegar a doer de tão grande!
26 março 2013
Será que me livrei??
Acho que muita mamãe pode não saber o que é, mas já ouviu falar no terriblo twos. Fase de birras, manhas, mal criações. A criança vai de risos a gritos na velocidade da luz! Começa por volta dos 2 anos.
Daí, vendo algumas mães relatarem essa fase, reparei que o Junior AINDA não passou por ela. Teve uma época que ele andou nervoso e estressado, mas era por conta de 6 dentes nascendo de um só vez! Mas no resto, ele é bem tranquilo. Claro apronta, faz arte, mas não é de muita birra ou manha, até porque não dou ibope pra isso.
Tem uns dias que ele tá um tiquinho mais obediente. O Junior era aqela criança que chegava na casa dos outros e saia mexendo em tudo, e isso também acontecia aqui em casa. Das minhas vasilhas plásticas de cozinha ficou só as tampas! Ele pegava e ficava subindo em cima até quebrar e eu jogar fora. Meus bibelôs da estante ficavam no alto, mexia no computador (to desconfiada que ele conseguiu até desconfigurar ele uma vez).
Então, resolvi mudar isso! Acho feio criança que mexe em tudo e eu brigava com ele, mas era o mesmo que nada. Ele simplismente não me obedecia! Ainda tinha uma agravante, a casa dos outros, na maioria das vezes, eram casas de parentes, tias, vós, bisas, vô... Ai imagina esse povo tooooodinho falando "não briga com ele não". Comecei a falar pra eles pararem de falar isso, que o Junior precisava de limites, que se ele crescer assim que não me culpassem por não dar educação. Aos pouco eles viram que eu tinha razão! A única que não gosta muito quando eu falo que nem tudo tem que ir pra mão dele é minha sogra, até comentei isso com o marido e ele concordou comigo. Já falei pra ela não fazer as vontades dele, se não quando tiver na frente dela vai ser uma criança sem limites e eu não quero isso.
Toda vez que ele mexia no que não devia eu chamava a atenção dele. Falava que não podia mexer, que aquilo não era brinquedo dele... E começou a funcionar, mas depois de muito tempo. Agora ele me obedece mais, se tiver mexendo no que não deve eu na hora falar "Juuuuunnniiiooor, sai dái!" ele guarda no lugar o que tiver mexendo e sai. Ele age como se me respeitasse e não como se tivesse medo de mim. A coisa funcionou sem gritos, sem tapas. Tudo com muita paciência (ô coisa dificil!) e dedicação., porque não basta só amor.
As birras ele chegou a fazer algumas vezes e eu simplismente ignorava. Que graça teria ele ficar se jogando no chão, chorando e gritando sem eu pra assistir? Quantas vezes eu briguei e ele começou a se jogar pra traz e chorar? Eu simplismente colocava ele no sofá e deixava ele fazer o circo, quando ele cansava eu ia dar carinho e colo. E... funcionou! Ele não fez mais. Foi depois disso que ele passou a me odedecer.
De repente ele até passou por essa fase eu consegui contronar. Ou ele nem chegou ainda eu to aqui contando vitória =/
Só sei que fico pensando se ela chegar, pensando que eu o-de-io criança birrenta e escandalosa, que acho feio. E como vida de mãe é viver pagando a lingua... Tamos ai minha gente!
Daí, vendo algumas mães relatarem essa fase, reparei que o Junior AINDA não passou por ela. Teve uma época que ele andou nervoso e estressado, mas era por conta de 6 dentes nascendo de um só vez! Mas no resto, ele é bem tranquilo. Claro apronta, faz arte, mas não é de muita birra ou manha, até porque não dou ibope pra isso.
Tem uns dias que ele tá um tiquinho mais obediente. O Junior era aqela criança que chegava na casa dos outros e saia mexendo em tudo, e isso também acontecia aqui em casa. Das minhas vasilhas plásticas de cozinha ficou só as tampas! Ele pegava e ficava subindo em cima até quebrar e eu jogar fora. Meus bibelôs da estante ficavam no alto, mexia no computador (to desconfiada que ele conseguiu até desconfigurar ele uma vez).
Então, resolvi mudar isso! Acho feio criança que mexe em tudo e eu brigava com ele, mas era o mesmo que nada. Ele simplismente não me obedecia! Ainda tinha uma agravante, a casa dos outros, na maioria das vezes, eram casas de parentes, tias, vós, bisas, vô... Ai imagina esse povo tooooodinho falando "não briga com ele não". Comecei a falar pra eles pararem de falar isso, que o Junior precisava de limites, que se ele crescer assim que não me culpassem por não dar educação. Aos pouco eles viram que eu tinha razão! A única que não gosta muito quando eu falo que nem tudo tem que ir pra mão dele é minha sogra, até comentei isso com o marido e ele concordou comigo. Já falei pra ela não fazer as vontades dele, se não quando tiver na frente dela vai ser uma criança sem limites e eu não quero isso.
Toda vez que ele mexia no que não devia eu chamava a atenção dele. Falava que não podia mexer, que aquilo não era brinquedo dele... E começou a funcionar, mas depois de muito tempo. Agora ele me obedece mais, se tiver mexendo no que não deve eu na hora falar "Juuuuunnniiiooor, sai dái!" ele guarda no lugar o que tiver mexendo e sai. Ele age como se me respeitasse e não como se tivesse medo de mim. A coisa funcionou sem gritos, sem tapas. Tudo com muita paciência (ô coisa dificil!) e dedicação., porque não basta só amor.
As birras ele chegou a fazer algumas vezes e eu simplismente ignorava. Que graça teria ele ficar se jogando no chão, chorando e gritando sem eu pra assistir? Quantas vezes eu briguei e ele começou a se jogar pra traz e chorar? Eu simplismente colocava ele no sofá e deixava ele fazer o circo, quando ele cansava eu ia dar carinho e colo. E... funcionou! Ele não fez mais. Foi depois disso que ele passou a me odedecer.
De repente ele até passou por essa fase eu consegui contronar. Ou ele nem chegou ainda eu to aqui contando vitória =/
Só sei que fico pensando se ela chegar, pensando que eu o-de-io criança birrenta e escandalosa, que acho feio. E como vida de mãe é viver pagando a lingua... Tamos ai minha gente!
TERRIBLE TWO: COMO LIDAR?
Opinião da Pedagoga:
“Cada criança (ser humano) é único.
Sabemos que não nos diferenciamos apenas pelas características físicas,
mas no decorrer da vida, através das fases, construimos a nossa própria
personalidade e isso ocorre por volta dos seis anos de idade. A
família estruturada é a base da boa educação e tudo vai depender de
como os responsáveis conduzem os conflitos e as frustações da criança.
Temos crianças que passam tranquilamente
por essas fases sem apresentar nenhuma mudança de comportamento, porém
quando acontece ao contrário, pode acreditar que ela está pedindo
socorro. Principalmente nesse início de vida é de fundamental
importância que os responsáveis estabeleçam os famosos “limites”, pois
eles fazem toda a diferença na vida da criança. Se desde cedo forem
educados com princípios e valores, os pais terão tranquilidade para
orientá-los em todas as outras fases da vida.”
Opinião da Psicóloga:
“A maior parte das crianças passa por
essa fase do NÃO entre um e dois anos e meio de idade. A criança inicia
balançando a cabecinha como sinal de não e depois de um tempinho já é
capaz de verbalizar essa fala, e aí é NÃO para tudo.
Parece desafiar a autoridade dos pais e
essas negociações entre pais e filhos muitas vezes acabam em birra, que
não é nada mais do que uma oposição ativa. Esses “nãos” acontecem ou
porque os pais querem que a criança faça uma coisa, como por exemplo
tomar banho e ela não quer, ou porque elas querem fazer algo contrário
ao que os pais deixam (assistir TV), enfim, as birras podem acontecer de
diversas maneiras.
Essa situação é muito frequente, então os
pais não devem se apavorar! O importante é saber lidar com a birra,
sempre ficarem atentos e não acharem que falar “sim” é sinônimo de ser
um bom pai. É dever dos pais falarem o NÃO, mesmo que para isso eles
tenham que enfrentar uma birra ou um rostinho bravo, pois desta maneira
eles estarão educando seus filhos, ensinando-os a perder as coisas,
aceitar frustrações e lidar com limites. Uma criança que não aprende a
lidar com limites e frustrações futuramente terá muita dificuldade em
viver num mundo que exige tantas limitações e consequentemente se
tornará um indivíduo com dificuldades em enfrentar problemas e desafios
que a vida impõe.”
Fonte: Constace Zahm
08 janeiro 2013
Preocupação com a fala!
Acho que nunca comentei esse assunto aqui tão abertamente, mas estou tão preocupada que preciso dividir isso.
O Junior é super esperto, atento a tudo que acontece ao redor dele, é ativo, gosta de brincar, come de tudo, mas... fala pouco ou quase nada! Até hoje tudo o que ele fala é "tau", "mama", "auo", "qué" e agora "bô" (acabou). Pra uma criança de 1 ano e 8 meses ele tá atrasado!
Eu e o Maicon estamos estimulando ele, falamos o nome das coisas, na hora de dar tchau a gente fala o nome da pessoa e ele nada! Quando falamos uma palavra ele presta atenção no que nossa boca faz por 1/2 vezes e depois dane-se. Só falta ele dizer "mãe, tá chato isso! fala sério!" Além de estimular na pronuncia das palavras eu converso muito com ele, canto pra ele, mas parece que nada funciona!
O fato é que me incomoda ver que ele fala praticamente nada! Escondo isso até da família, sei que muita gente vai dizer que cada criança faz as coisas no seu tempo, mas o relógio dele tá atrasado a pampas!
Esse atraso na fala dele é um dos motivos mais fortes pra que eu o coloque na escolinha. Sei que ele vai desenvolver bem mais, pois vão ser estimulos mais naturais. Ele vai ter que aprender a falar pra se comunicar com os coleguinhas.
Dói meu coração de mãe. Fico achando que a culpa é minha, que eu não estou ajudando em nada, que sou falha... Me sinto a verdadeira mãe de merda!
Por favor, me tragam uma luz. Seja uma matéria de revista, alguma coisa que ajude no estimulo, até história de alguem como ele vai ajudar!
O Junior é super esperto, atento a tudo que acontece ao redor dele, é ativo, gosta de brincar, come de tudo, mas... fala pouco ou quase nada! Até hoje tudo o que ele fala é "tau", "mama", "auo", "qué" e agora "bô" (acabou). Pra uma criança de 1 ano e 8 meses ele tá atrasado!
Eu e o Maicon estamos estimulando ele, falamos o nome das coisas, na hora de dar tchau a gente fala o nome da pessoa e ele nada! Quando falamos uma palavra ele presta atenção no que nossa boca faz por 1/2 vezes e depois dane-se. Só falta ele dizer "mãe, tá chato isso! fala sério!" Além de estimular na pronuncia das palavras eu converso muito com ele, canto pra ele, mas parece que nada funciona!
O fato é que me incomoda ver que ele fala praticamente nada! Escondo isso até da família, sei que muita gente vai dizer que cada criança faz as coisas no seu tempo, mas o relógio dele tá atrasado a pampas!
Esse atraso na fala dele é um dos motivos mais fortes pra que eu o coloque na escolinha. Sei que ele vai desenvolver bem mais, pois vão ser estimulos mais naturais. Ele vai ter que aprender a falar pra se comunicar com os coleguinhas.
Dói meu coração de mãe. Fico achando que a culpa é minha, que eu não estou ajudando em nada, que sou falha... Me sinto a verdadeira mãe de merda!
Por favor, me tragam uma luz. Seja uma matéria de revista, alguma coisa que ajude no estimulo, até história de alguem como ele vai ajudar!
12 dezembro 2012
Ai, já deu ne?!
Caraca! Como a mulhereada gosta de se engrandecer e diminuir as outras. Como uma amiga disse, com homem não rola isso... Escuta logo um "larga ser viado" e tá tudo resolvido!
O que tanto tá me incomodando é o tititi de "você é uma péssima mãe e eu sou a fodona!" (foi mals pelo palavrão, relevem que com fogo nos olhos).
O que mais dá bafo é dar guloseimas pros pequenos e parto! ¬¬' Affs! Cada um sabe de si ora bolas! EU defendo minhas opiniões, tenho minha visão sobre cada coisa e pronto! Não preciso ficar falando que "você" é uma mãe fdp, só porque o que você faz é errado aos meus olhos!
Eu dou besteiras pro Junior comer mesmo, não escondo de ninguém. Claro que não é nada exagerado! Ele não toma refrigerante na mamadeira, não come um pedaço da barra de chocolate, não come um pedaço de pizza. Se estou tomando um refri, a ultima cota é dele (sério gente é a gota mesmo), o chocolate é um pedaciiiiiiiiinho, a pizza é só o frango (aqui só rola frango com catupiry).
Penso que de nada adianta eu não dar nada, cedo ou tarde ele vai comer algo do tipo. Imagina daqui uns 3 anos, Junior na fase escolar. Ai eu mando suquinho da fruta, ou fruta, pra merenda, com um pão integral e queijo minas, mas o coleguinha levou refri e muita bolacha. Cês acham que ele não pedir e mandar ver no lanche do amiguinho?? Hein, hein??
Já parto... Sou sim defensora do PN, acho que a recuperação é melhor, não tenho medo de dor. Acho que perder alguém que a gente ama dó muito mais do que umas horinhas em trabalho de parto. Acho sim, que tem muita cesariana desnecessária por ai, unica e exclusivamente por medo da dor do parto.
Maaassssssss... EU TENHO PAVOR de cesariana! É um "trauma" que tenho por ter visto o pós parto da minha mãe. Mas tenho amigas que ficaram super bem, nem pareciam que tinham feito cesária.
Pessoinhas, coloquem uma coisa na cabeça, cada uma tem sua opinião sobre essas coisas, mas nem por isso eu vou ficar aqui "metendo o pau" em quem faz diferente. Sabe que eu até acho bonito as mamães que conseguem resistir a carinha dos filhos pedintes na hora de dar bobeiras? Sério eu queria ter essa coragem!
Vamos crescer, amadurecer!
"Posso não concordar com nenhuma palavra que você disser, mas defenderei até a morte o direto de dize-las" (não lembro quem é o autor, não tá. Perdoa eu rs)
Ahhhh, gentem com uma novidade. Mas só posso contar depois que tudo tiver concretizado. Só quem sabe são os familiares, nem minhas amigas vizinhas aqui da rua sabem. Pode deixar que assim que a coisa acontecer venho aqui e conto nos miniiiiiiiiiimos detalhes.
O que tanto tá me incomodando é o tititi de "você é uma péssima mãe e eu sou a fodona!" (foi mals pelo palavrão, relevem que com fogo nos olhos).
O que mais dá bafo é dar guloseimas pros pequenos e parto! ¬¬' Affs! Cada um sabe de si ora bolas! EU defendo minhas opiniões, tenho minha visão sobre cada coisa e pronto! Não preciso ficar falando que "você" é uma mãe fdp, só porque o que você faz é errado aos meus olhos!
Eu dou besteiras pro Junior comer mesmo, não escondo de ninguém. Claro que não é nada exagerado! Ele não toma refrigerante na mamadeira, não come um pedaço da barra de chocolate, não come um pedaço de pizza. Se estou tomando um refri, a ultima cota é dele (sério gente é a gota mesmo), o chocolate é um pedaciiiiiiiiinho, a pizza é só o frango (aqui só rola frango com catupiry).
Penso que de nada adianta eu não dar nada, cedo ou tarde ele vai comer algo do tipo. Imagina daqui uns 3 anos, Junior na fase escolar. Ai eu mando suquinho da fruta, ou fruta, pra merenda, com um pão integral e queijo minas, mas o coleguinha levou refri e muita bolacha. Cês acham que ele não pedir e mandar ver no lanche do amiguinho?? Hein, hein??
Já parto... Sou sim defensora do PN, acho que a recuperação é melhor, não tenho medo de dor. Acho que perder alguém que a gente ama dó muito mais do que umas horinhas em trabalho de parto. Acho sim, que tem muita cesariana desnecessária por ai, unica e exclusivamente por medo da dor do parto.
Maaassssssss... EU TENHO PAVOR de cesariana! É um "trauma" que tenho por ter visto o pós parto da minha mãe. Mas tenho amigas que ficaram super bem, nem pareciam que tinham feito cesária.
Pessoinhas, coloquem uma coisa na cabeça, cada uma tem sua opinião sobre essas coisas, mas nem por isso eu vou ficar aqui "metendo o pau" em quem faz diferente. Sabe que eu até acho bonito as mamães que conseguem resistir a carinha dos filhos pedintes na hora de dar bobeiras? Sério eu queria ter essa coragem!
Vamos crescer, amadurecer!
"Posso não concordar com nenhuma palavra que você disser, mas defenderei até a morte o direto de dize-las" (não lembro quem é o autor, não tá. Perdoa eu rs)
Ahhhh, gentem com uma novidade. Mas só posso contar depois que tudo tiver concretizado. Só quem sabe são os familiares, nem minhas amigas vizinhas aqui da rua sabem. Pode deixar que assim que a coisa acontecer venho aqui e conto nos miniiiiiiiiiimos detalhes.
30 novembro 2012
O 'causo' da agressão!
Hoje Junior teve consulta com o pediatra. Levantamos cedo, nos arrumamos (tá vai, eu arrumei a mim e a ele rs) e partimo rumo ao Dr. Junior.
Chegamos no consultório e como sempre tinhas umas crianças (não vai ter cavalo, sua anta!rs). Junrio sempre chega meio timido, meio to com vergonha e depois se solta. Daí ele começou a brincar com os 2 menininhos. E eu fico feliz em ver ele interagir com crianças da idade dele, já que aqui ele é criado "preso" (juro que explico isso em outro post).
Tudo muito bem, tudo muito lindo. Até que o Junior, meu filho que tanto dou carinho, dá um puta empurro num meninho de 1 aninho. Gente, aquilo me destruiu! Ele nunca, nunca tinha agredido qualquer outra criança. Na mesma hora eu o repreendi, disse que aquilo não podia, que era coisa feia! Mas a minha frustração foi enorme!
Não temos o costume de fazer brincadeiras de tapinha, chutes, empurrões. São coisas que vão estimular a agressividade na criança, devemos brincar com atividades próprias pra idade. Por isso a minha frustração! Criamos ele com todo amor e carinho, sem agressões e gritos. Eu e marido somos super pacificos em casa, pouco discutimos (palmas! clap, clap, clap!) e se temos alguma diferença é tudo conversado e o Junior tá indonesse ritmo.
Vejo muito a Supernanny, não a brasileira. Amo a Jojo! Aprendi muitas coisas com ela e estou fazendo várias. Uma é abaixar na altura da criança pra chamar a atenção, e isso virou um hábito. Se ele apronta, ou estou pedindo pra deixar de fazer algo e ele não obedece, é automático. Eu abaixo, quase que sento no chão e digo: "Junior não pode!" E complemento dizendo sobre o objeto.
Por exemplo, ele tem a mania de pegar minhas vazilhas de plástico pra brincar. Não tem como, tirar do alcance dele. Mas a coisa tava tão, tão crítica, que chegou ao ponto deu chegar na sala e todas estarem lá. Daí fui radical! Toda vez que eu via ele mexer, fazia a tática do abaixabrigaexplica. E a explicação era assim: "Filho, isso não é brinquedo seu! Não pode! É da mamãe fazer papá! Não pode!" E aos poucos ele entendeu! Se eu disser que ele não pega ainda, estarei mentindo, mas melhorou bastaaaaaaante.
Entendem porque me frustrei, me magoei! Não rola agressividade, não rola grito. Dar um tapinha, menos. Já rolou, mas sinto que a conversa seguida da explicação funciona muito melhor.
Ele andou meu bebescente, sabe. Quando era contrariado gritava, vinha pra bater na gente, puxava os próprios cabelos. E nesse sistema de criação controlamos isso. Foi uma ação conjunta, era eu e papai no mesmo barco. Se fosse ele quem visse a "crise" de estressa, chamava a atençaõ dele na hora. "Ei, Junior! O que é isso, vamos manter a calma! Que coisa feiz um bebê lindo desse estressado." Era isso, seguido de um abraço com "calma, calma'. E funcionou!
Não quero que meu filho seja agressivo com os amiguinhos, já que a idéia da escolinha ainda não foi descartada.
09 outubro 2012
A grama do vizinho é sempre mais verde
Que mãe nunca se martirizou porque o filho de alguém da mesma idade, ou aproximada, faz alguma coisa que o seu não faz? Pois é, de vez enquando eu tenho um grilo desse.
Mas isso acontecia com mais frequência quando o Junior era mais novinho. Me incomodava ele com 8 meses não ter nenhum dente, me incomodava ele com 6 não sentar, me incomodava, me incomodava, me incomodava... Tudo que o filho de alguém já fazia e o meu não, eu me sentia um coco de mãe. Será que eu to estimulando pouco? Será que meu filho tem algum problema? Ai! Porque ele não faz isso logo??
Hoje o que de vez em quando eu dou aquelea baqueada é a fala. O Junior tem quase 1 ano e 5 meses e não fala nada praticamente. Tem horas que é nitido que ele tá conversando, mas eu quero entender pra poder interagir.
Ele fala mamã, mãe, tau (tchau), uo (alô), nenem e só. Algumas outras palavras são um tanto confusas, só eu ou pai entendemos porque convivemos com ele, mas essas outras são beeeeem pouquinhas.
Conta meu pai e minha mãe que meu avô me deu água na concha e botou um pinto pra piar na minha boca pra eu falar logo. E tem gente que insiste pra que eu faça isso, só que eu não quero e pronto!
Cheguei a seguinte conclusão: na hora dele ele vai falar! Toda criança adianta em uma coisa e atrasa em outra. O Junior andou com 11 meses. E foi rápido, ele mal sentou em em menos de 3 meses estava andando. Ele é muito observador, tudo que agente faz perto dele tem que ter um certo cuidado, não demora muito ele tá fazendo igual.
Mas, no fundo, bem lá no fundo, eu me incomodo.
E vocês, já sentiram isso antes ou só eu que to nesse barco??
Meninas, não deixem de participar do sorteio, hein! É só clicar na imagem que tá ai em cima do post!
Beijo.
Mas isso acontecia com mais frequência quando o Junior era mais novinho. Me incomodava ele com 8 meses não ter nenhum dente, me incomodava ele com 6 não sentar, me incomodava, me incomodava, me incomodava... Tudo que o filho de alguém já fazia e o meu não, eu me sentia um coco de mãe. Será que eu to estimulando pouco? Será que meu filho tem algum problema? Ai! Porque ele não faz isso logo??
Hoje o que de vez em quando eu dou aquelea baqueada é a fala. O Junior tem quase 1 ano e 5 meses e não fala nada praticamente. Tem horas que é nitido que ele tá conversando, mas eu quero entender pra poder interagir.
Ele fala mamã, mãe, tau (tchau), uo (alô), nenem e só. Algumas outras palavras são um tanto confusas, só eu ou pai entendemos porque convivemos com ele, mas essas outras são beeeeem pouquinhas.
Conta meu pai e minha mãe que meu avô me deu água na concha e botou um pinto pra piar na minha boca pra eu falar logo. E tem gente que insiste pra que eu faça isso, só que eu não quero e pronto!
Cheguei a seguinte conclusão: na hora dele ele vai falar! Toda criança adianta em uma coisa e atrasa em outra. O Junior andou com 11 meses. E foi rápido, ele mal sentou em em menos de 3 meses estava andando. Ele é muito observador, tudo que agente faz perto dele tem que ter um certo cuidado, não demora muito ele tá fazendo igual.
Mas, no fundo, bem lá no fundo, eu me incomodo.
E vocês, já sentiram isso antes ou só eu que to nesse barco??
Meninas, não deixem de participar do sorteio, hein! É só clicar na imagem que tá ai em cima do post!
Beijo.
02 outubro 2012
Meu filho não é qualquer coisa!
Gente, na boa, eu não vi essa droga de vídeo que causou tanta polêmica e agora que não vejo mesmo. Eu sou uma mãe full time, que tá pensando em colocar o filho na creche SIM! E daí?!
Mas o que mais tá me doendo nessa história toda é que estão tratando as crianças como uma coisa qualquer. Meu filho NÃO É um produto pra ser terceirizado!!! Pronto, falei! Vamos parar de tratar nossas crianças como nada!
Tem mãe que é contra, tem mãe que é favor. As que são contra, dizem que é errado, que não faria isso, que a mãe que faz é mãe de merda. Mas, vocês já pararam pra pensar que essa mesma mãe pode NECESSITAR desse emprego, que se ela largar o filho pode não ter o que comer, que nem tudo da vida dela ela coloca nessa porra de blog? Me desculpem a expressão, mas é isso! Talvez essa mãe de merda ai não tenha opção! Você não mora na casa dela pra saber, tá criticando porque então?? Eu duvido que se essa mãe falar que tá faltando leite em porque parou de trabalhar, você vai oferecer uma latinha do leite mais barato pra ela!
Eu, Grauce Keli, fui criada pela minha avó paterna minha mãe e meu pai PRECISAVAM trabalhar. Estudei até a 3ª série em escola particular e o resto na pública. E sabe o que mais me orgulha nisso tudo: nunca me faltou nada, sempre tive do bom e do melhor! Sempre entendi perfeitamente os motivos da minha mãe, não sofri com isso, e TENHO UMA ÓTIMA EDUCAÇÃO! Conheço mulheres da minha idade que tiveram uma super-mamãe em casa, que não trabalhava, e hoje são as mais faladas da rua. São verdadeiras biscates, que se vulgarizam e não tem educação. Usam drogas, bebem pacas! Trocam de namorado como trocam de roupa, não tiram um palavrão da boca, são barraqueiras.
Talvez, você que tá criticando, esteja comendo angu e arrotando caviar. Seu filho use a fralda mais barata e você tái, preocupada com o que a outra faz com o filho dela. Sabe o que é engraçado: elas não te criticam porque você tá em casa, pelo contrário, parabenizam pela coragem de fazer isso.
Não to me importando com os comentários, anonimos sejam bem vindos. Eu to cansada desse papo de EU SOU MAIS MÃE QUE VOCÊ! Ninguém mora na casa do outro pra sair "metendo bala"! Parem de tratar os NOSSOS filhos como qualquer coisa! Isso pra mim é coisa de falta de humanidade, aprendam a se colcoar no lugar do outro antes de criticar. Cada um sabe onde lhe a perta o sapato e o que é melhor pro seu filho.
Toda mãe erra ou acerta. Mas cabe a ela ver isso e não à nós!
Mas o que mais tá me doendo nessa história toda é que estão tratando as crianças como uma coisa qualquer. Meu filho NÃO É um produto pra ser terceirizado!!! Pronto, falei! Vamos parar de tratar nossas crianças como nada!
Tem mãe que é contra, tem mãe que é favor. As que são contra, dizem que é errado, que não faria isso, que a mãe que faz é mãe de merda. Mas, vocês já pararam pra pensar que essa mesma mãe pode NECESSITAR desse emprego, que se ela largar o filho pode não ter o que comer, que nem tudo da vida dela ela coloca nessa porra de blog? Me desculpem a expressão, mas é isso! Talvez essa mãe de merda ai não tenha opção! Você não mora na casa dela pra saber, tá criticando porque então?? Eu duvido que se essa mãe falar que tá faltando leite em porque parou de trabalhar, você vai oferecer uma latinha do leite mais barato pra ela!
Eu, Grauce Keli, fui criada pela minha avó paterna minha mãe e meu pai PRECISAVAM trabalhar. Estudei até a 3ª série em escola particular e o resto na pública. E sabe o que mais me orgulha nisso tudo: nunca me faltou nada, sempre tive do bom e do melhor! Sempre entendi perfeitamente os motivos da minha mãe, não sofri com isso, e TENHO UMA ÓTIMA EDUCAÇÃO! Conheço mulheres da minha idade que tiveram uma super-mamãe em casa, que não trabalhava, e hoje são as mais faladas da rua. São verdadeiras biscates, que se vulgarizam e não tem educação. Usam drogas, bebem pacas! Trocam de namorado como trocam de roupa, não tiram um palavrão da boca, são barraqueiras.
Talvez, você que tá criticando, esteja comendo angu e arrotando caviar. Seu filho use a fralda mais barata e você tái, preocupada com o que a outra faz com o filho dela. Sabe o que é engraçado: elas não te criticam porque você tá em casa, pelo contrário, parabenizam pela coragem de fazer isso.
Não to me importando com os comentários, anonimos sejam bem vindos. Eu to cansada desse papo de EU SOU MAIS MÃE QUE VOCÊ! Ninguém mora na casa do outro pra sair "metendo bala"! Parem de tratar os NOSSOS filhos como qualquer coisa! Isso pra mim é coisa de falta de humanidade, aprendam a se colcoar no lugar do outro antes de criticar. Cada um sabe onde lhe a perta o sapato e o que é melhor pro seu filho.
Toda mãe erra ou acerta. Mas cabe a ela ver isso e não à nós!
26 setembro 2012
Troca da pilula
Um dos motivos pro fim da amamentação, era voltar a tomar meu AC (Allestra20). Eu tomava o Cerazetti desde quando o Junior tinha 2 meses, foi indicado pelo meu GO. Eu mestruava semana sim, semana não, e isso já tava me dando no saco que eu não tenho! Fora a nossa libido e lubrificação que fica um tanto baixa, quase 0.
Eu andei lendo por ai que o Cerazetti corta a mestruação. Mas meu médico disse que, mesmo que ocorrece, não era pra interromper. Eu tomava uma cartela atras da outra, sem pausa. Se ele disse isso, é porque poderia acontecer. Mesmo assim, essa semana quero marcar consulta com ele pra fazer um "check-up".
Voltei a tomar meu lindo "evita bebê" e tudo volta ao "normal.
Mudando de assunto...
Gente, deixa só eu dar uma breve explicação sobre o ultimo post. Em nenhum, NENHUM, momento eu quis ofender ninguém! Ler é meio complicado porque a gente interpreta da nossa maneira e nem sempre o que o autor quis dizer.
De longe, meu exemplo foi o caso do choro. A questão era que às vezes o nosso excesso de amor, pode atrapalhar na criação e educação dos nossos filhos. As vezes um choro pode ser manha e agente, por amar demais, acaba cedendo.
Outra, cada mãe conhece seu filho. A gente sabe quando é choro de dor, de sono, de manha.
Se eu ofendi alguém, peço desculpas. Não foi minha intenção. E entendo perfeitamente o ponto de vista de cada um.
Eu andei lendo por ai que o Cerazetti corta a mestruação. Mas meu médico disse que, mesmo que ocorrece, não era pra interromper. Eu tomava uma cartela atras da outra, sem pausa. Se ele disse isso, é porque poderia acontecer. Mesmo assim, essa semana quero marcar consulta com ele pra fazer um "check-up".
Voltei a tomar meu lindo "evita bebê" e tudo volta ao "normal.
Mudando de assunto...
Gente, deixa só eu dar uma breve explicação sobre o ultimo post. Em nenhum, NENHUM, momento eu quis ofender ninguém! Ler é meio complicado porque a gente interpreta da nossa maneira e nem sempre o que o autor quis dizer.
De longe, meu exemplo foi o caso do choro. A questão era que às vezes o nosso excesso de amor, pode atrapalhar na criação e educação dos nossos filhos. As vezes um choro pode ser manha e agente, por amar demais, acaba cedendo.
Outra, cada mãe conhece seu filho. A gente sabe quando é choro de dor, de sono, de manha.
Se eu ofendi alguém, peço desculpas. Não foi minha intenção. E entendo perfeitamente o ponto de vista de cada um.
15 setembro 2012
Quanto mais amor, melhor! Será??
PRIMEIRAMENTE, não estou aqui criticando as mães que fizeram os posts da blogagem coletiva. Esse "causo" de deixar filho chorar até esgasgar, relamente é DEMAIS! Super apoio o que cada uma disse em seu blog.
Mas, o que quero chamar atenção é: até onde amar demais o filho faz bem? 'Vamo refreti?!'
Amo, amo, amo meu filho! Incondicionalmente! Sem rodeios, sem dúvidas! Mas não é porque amo que tudo que ele faz é lindo, maravilhos, depois ele para. Ou que se um coleginha bater futuramente (sim, porque isso vai acontecer!), o Junior tá certo e pronto. Tái um bom exemplo: bater x apanhar do coleguinha.
Junior tá brincando com um amiguinho, ai ele vem com uma "boca de latão" chorando horroooooores "mããããããããe, o fulano me bateu!". A primeira atitude/reação de muita mãe é: "Quem esse FDP pensa que é pra bater no meu filho?! Vou lá agora falar com ele (ou com a mãe da criança)!" Pára, pára, pára! Não é essa pergunta que se deve fazer, o correto é: "Por que ele te bateu??" Tem criança que é co c* riscado, que é o meu caso rs.
Amar é reconhecer os defeitos dos seus filhos, impor limites, ao invés de 'passar a mãe na cabeça'. Vejo muita mãe por ai fazendo o filho de santo. Ele nunca faz nada com ninguém!
Peraí, né!!! Meu filho é levado da breca! Mexe em tudo, sobe em tudo! E eu reconheço isso, tanto que estou mudando os hábitos dele. Acho ruim quando eu brigo e alguém diz "aaahh, não briga com ele não!". Aaaaah, desculpa, brigo sim!
Um exemplo, bem exemplado kkkk: Assim que o Junior começou a engatinhar, ele fazia o terror na minha mãe abria os armários, mexia na mesinha de centro da sala... E toda vez que eu chamava atenção dele eu ouvia um "Deixa ele Keli, mexe a vovó deixa!" Até que um dia ele quebrou dois bibelôs da mesinha de centro. Ai ela falou "Keli, o Junior tá muito levado!" "Tá vendo mãe, porque eu brigava?!" Precisou ele quebrar pra ela me dar razão.
Por isso, se alguem falar a frase do 'aaahhh...' minha resposta é: Eu não quero que meu filho seja indesejado na casa de ninguem. Fala a verdade, tem criança que quando chega na casa da gente quer mexer em tudo. Ai, quando a mãe fala assim "ó, tal dia eu vou ai" a gente pensa: "Putz, lá vem a fulana! Eu gosto dela, mas o filho... Só Jesus!"
Ai vamos tocar no assunto do deixar chorar. Não vou ser hipócrita e dizer eu nunca fiz isso, porque eu já fiz sim! Teve um dia que o Junior abriu o berreiro por nada. No peito, chorava; se eu ficava em pé com ele no colo, chorava; se eu sentava, chorava. Não tava sentindo dor, não tava dodói. era tudo manha! Ai eu botei ele no berço e deixei sim chorar uns 2 minutinhos. Quando peguei ele, eu disse "Você fez toda essa pirraça por nada. Tá mais calmo? Vem no colinho da mamãe" E adivinhem: ELE NÃO CHOROU MAIS!
Gente, há casos e casos. Se tiver fazendo birra ou manha eu deixo chorar sim senhora! Sou eu que tenho que dominar ele e não ele a mim. A mãe aqui sou eu!!! Se eu não impor limites de agora, mais tarde não vai adiantar tentar consertar!
A mesa coisa vai ser o dia que ele quiser um brinquedo que não couber no meu bolso. "Junior, a mamãe não tem dinheiro pra comprar. O dia que eu tiver eu compro". Simples assim! E se chorar, vai ficar chorando. Eu não vou comprar um brinquedo caro, só porque ele quer! Eu não tenho tudo que eu quero e nem por isso eu fico chorando pelos cantos.
É desde pequeno que se ensina que tudo tem sua hora. Se não der, não deu. Caiu? Levanta pra cair de novo. Tem que divivir as coisas. Depois, se torna um adolescente que "acha" que os pais tem obrigação de dar isso ou aquilo. E um adulto rancoroso porque nunca teve as coisas.
Eu sei que as condições a gente que faz, mas os limites somos nós que damos também!
Mas, o que quero chamar atenção é: até onde amar demais o filho faz bem? 'Vamo refreti?!'
Amo, amo, amo meu filho! Incondicionalmente! Sem rodeios, sem dúvidas! Mas não é porque amo que tudo que ele faz é lindo, maravilhos, depois ele para. Ou que se um coleginha bater futuramente (sim, porque isso vai acontecer!), o Junior tá certo e pronto. Tái um bom exemplo: bater x apanhar do coleguinha.
Junior tá brincando com um amiguinho, ai ele vem com uma "boca de latão" chorando horroooooores "mããããããããe, o fulano me bateu!". A primeira atitude/reação de muita mãe é: "Quem esse FDP pensa que é pra bater no meu filho?! Vou lá agora falar com ele (ou com a mãe da criança)!" Pára, pára, pára! Não é essa pergunta que se deve fazer, o correto é: "Por que ele te bateu??" Tem criança que é co c* riscado, que é o meu caso rs.
Amar é reconhecer os defeitos dos seus filhos, impor limites, ao invés de 'passar a mãe na cabeça'. Vejo muita mãe por ai fazendo o filho de santo. Ele nunca faz nada com ninguém!
Peraí, né!!! Meu filho é levado da breca! Mexe em tudo, sobe em tudo! E eu reconheço isso, tanto que estou mudando os hábitos dele. Acho ruim quando eu brigo e alguém diz "aaahh, não briga com ele não!". Aaaaah, desculpa, brigo sim!
Um exemplo, bem exemplado kkkk: Assim que o Junior começou a engatinhar, ele fazia o terror na minha mãe abria os armários, mexia na mesinha de centro da sala... E toda vez que eu chamava atenção dele eu ouvia um "Deixa ele Keli, mexe a vovó deixa!" Até que um dia ele quebrou dois bibelôs da mesinha de centro. Ai ela falou "Keli, o Junior tá muito levado!" "Tá vendo mãe, porque eu brigava?!" Precisou ele quebrar pra ela me dar razão.
Por isso, se alguem falar a frase do 'aaahhh...' minha resposta é: Eu não quero que meu filho seja indesejado na casa de ninguem. Fala a verdade, tem criança que quando chega na casa da gente quer mexer em tudo. Ai, quando a mãe fala assim "ó, tal dia eu vou ai" a gente pensa: "Putz, lá vem a fulana! Eu gosto dela, mas o filho... Só Jesus!"
Ai vamos tocar no assunto do deixar chorar. Não vou ser hipócrita e dizer eu nunca fiz isso, porque eu já fiz sim! Teve um dia que o Junior abriu o berreiro por nada. No peito, chorava; se eu ficava em pé com ele no colo, chorava; se eu sentava, chorava. Não tava sentindo dor, não tava dodói. era tudo manha! Ai eu botei ele no berço e deixei sim chorar uns 2 minutinhos. Quando peguei ele, eu disse "Você fez toda essa pirraça por nada. Tá mais calmo? Vem no colinho da mamãe" E adivinhem: ELE NÃO CHOROU MAIS!
Gente, há casos e casos. Se tiver fazendo birra ou manha eu deixo chorar sim senhora! Sou eu que tenho que dominar ele e não ele a mim. A mãe aqui sou eu!!! Se eu não impor limites de agora, mais tarde não vai adiantar tentar consertar!
A mesa coisa vai ser o dia que ele quiser um brinquedo que não couber no meu bolso. "Junior, a mamãe não tem dinheiro pra comprar. O dia que eu tiver eu compro". Simples assim! E se chorar, vai ficar chorando. Eu não vou comprar um brinquedo caro, só porque ele quer! Eu não tenho tudo que eu quero e nem por isso eu fico chorando pelos cantos.
É desde pequeno que se ensina que tudo tem sua hora. Se não der, não deu. Caiu? Levanta pra cair de novo. Tem que divivir as coisas. Depois, se torna um adolescente que "acha" que os pais tem obrigação de dar isso ou aquilo. E um adulto rancoroso porque nunca teve as coisas.
Eu sei que as condições a gente que faz, mas os limites somos nós que damos também!
13 setembro 2012
Vai que...
O comentário que uma leitora fez no post da Andreia, tocou bem no meu intimo. Eis o comentário:
Eu, Grauce, tenho plena convicção e certeza: quero ter outro filho, melhor, filha! Sempre sonhei em ter um casal de filhos e que o menino fosse o mais velho. Sempre quis ficar grávida! Acho que esse é o sonho de toda mulher!
Daí eu casei. Pluft! Uma gravidez inesperada! Mas... e daí?! Deus governa minha vida e sabe de todas as coisas. Estava nos nossos planos ter filho, não tão cedo, mas estava.
Tive uma gravidez super tranquila, com o apoio do pai e marido, com o apoio de toda família, tanto minha quanto dele. Meu parto foi um sonho, do jeitinho que eu queria: PN. Não tive muitas contrações doloridas. Na realidade, aquelas super fortes fui sentir faltando pouco mais de 2 horas pro Junior nascer.
Tái a parte que complica. A gente tem a doce ilusão de que o bebê nasceu e vamos viver felizes para sempre. Tsc, tsc! Quem nos enganou? Resposta: nós mesmas! Gente, nada e ninguém vai te preparar pra ser mãe e pai. Por mais que você tenha convivido com crianças (ajudei minha mãe com meus 2 irmãos), por mais informações que você leia, ouça. Nada disso te prepara! Você só vai saber quando for realmente!!!
Ai a gente tem filho, o casamento dá uma puta amadurecida. De modos que se o casal não tiver dialogo, esse bebê pode destruir a união. Isso porque tem muito casal por ai que não entende que ser mãe/pai, marido/mulher tem que acontecer. Você jamais pode deixar um coisa ser mais que outra o tempo todo. Se você for mãe demais, o casamento vai começar a definhar; se você for mulher demais, deixa a desejar como mãe. As duas coisas tem que caminhar juntas e isso vale de exemplo pros pais/marido também!
Maaaaaaas, voltando... Daí vem todo aquele processo de adapatação com RN, a fase do comecagadorme. Depois o bebê começa a interagir, sorri pra gente, senta, engatinha, começa comer e beber coisas diferentes. Ai ele anda! Gente, é a pior fase. Do nada a gente tem um bebê macaconinja em casa.
Eles sobem em tudo que é lugar (acredite, o Junior jpa tentou escalar um geladeira!), se enfiam em buracos inimagináveis, fogem prum lugar que não deveria, mexem onde não deveria. Ai a gente começa a pensar: "Eu. Outro filho? NÃO!"
Mas, sinceramente, eu preciso, necessito ter outro filho. Do contrário, Junior vai ser uma criança extremamente mimada! O que já acontece. Ele tem ciumes do computador, ciumes do pai, da vó, do telefone, dos brinquedos. Tudo porque é TUDO SÓ PRA ELE!
"Aaaah, mas Grauce, criar filho requer grana e dá trabalho!" O trabalho faz parte de tudo na nossa vida. Nada funciona sem trabalho, NADA! Se sua casa é limpa, é porque você tem que varrer, passar um pano, tirar um pó dos móveis; se você come, é porque você teve que ir pro fogão fazer o rango; se você usa uma roupa limpa, é porque a sua máquina de lavar fez o serviço pra você, mas quem foi que pôs na corda?....
Já o dinheiro... Eu costumo dizer que a condição a gente é que faz. Se o Maicon tivesse ganhando o mesmo salário da época que eu engravidei, pode ter certeza que estariamos vivendo. Pra isso temos dois braços, duas pernas.
Mas a frase que mais me chamou atenção nesse comentário foi "Nada falta, mesmo que a gente não possa dar tudo, filhos precisam crescer aprendendo que não se pode ter tudo que quer…" Esse é o ponto. Os filhos precisam entender que não podemos dar tudo que querem, na hora deles! Falo isso porque fui filha única durante 10 anos! Meus pais ganhavam bem, eu tinha a vida que toda menina queria: brinquedos bons, comida boa, roupa boa. Eu tinha tudo! E sinceramente, era um porre, era nojenta! Graças a Deus tive mais 3 irmão pra me salvar. rs
Filho único tende a ser egoísta, porque, querendo ou não, tudo é pra ele.
Sei que cada caso é um caso. Há exceções. Mas não quero ter um filho chato, crircri, egoísta futuramente.
E se Deus me abençoar, vou ter a minha princesa!!!
"Não resiti Deinha, tive que comentar… Minha segunda filha, não foi programada, mas não imagino nossa família sem ela, deu cor a nossa vida, ela é meiga, carinhosa, fala todo o tempo que nos ama… palhacenta, uma alegria de criança! Por isso concordo com o seu final, melhor é deixar Deus com suas mãos escrever nossas vidas. Mas a pergunta era como conseguimos? Eu achei super mais fácil o segundo filho, porque a gente já sabe tudo, já está preparado, tira de letra! Nada falta, mesmo que a gente não possa dar tudo, filhos precisam crescer aprendendo que não se pode ter tudo que quer… E o filho único deixa de se sentir só, deixa um pouquinho a barra da nossa saia, deixa a gente tomar banho sossegada sabe? rsrsrs… Porque tem um irmãosinho pra brincar… sabe? rsrs… É muito mais fácil o segundo! Constatei isso! Nada mudou em minha vida após o segundo filho, porque as mudanças e adaptações já haviam sido feitas pelo primeiro, então só encaixou, ou melhor, acrescentou, amor, alegria, bagunça, rsrsrsrs… tudo em dobro! E a foto de família ficou até mais bonita! Beijos! " - Deise
Eu, Grauce, tenho plena convicção e certeza: quero ter outro filho, melhor, filha! Sempre sonhei em ter um casal de filhos e que o menino fosse o mais velho. Sempre quis ficar grávida! Acho que esse é o sonho de toda mulher!
Daí eu casei. Pluft! Uma gravidez inesperada! Mas... e daí?! Deus governa minha vida e sabe de todas as coisas. Estava nos nossos planos ter filho, não tão cedo, mas estava.
Tive uma gravidez super tranquila, com o apoio do pai e marido, com o apoio de toda família, tanto minha quanto dele. Meu parto foi um sonho, do jeitinho que eu queria: PN. Não tive muitas contrações doloridas. Na realidade, aquelas super fortes fui sentir faltando pouco mais de 2 horas pro Junior nascer.
Tái a parte que complica. A gente tem a doce ilusão de que o bebê nasceu e vamos viver felizes para sempre. Tsc, tsc! Quem nos enganou? Resposta: nós mesmas! Gente, nada e ninguém vai te preparar pra ser mãe e pai. Por mais que você tenha convivido com crianças (ajudei minha mãe com meus 2 irmãos), por mais informações que você leia, ouça. Nada disso te prepara! Você só vai saber quando for realmente!!!
Ai a gente tem filho, o casamento dá uma puta amadurecida. De modos que se o casal não tiver dialogo, esse bebê pode destruir a união. Isso porque tem muito casal por ai que não entende que ser mãe/pai, marido/mulher tem que acontecer. Você jamais pode deixar um coisa ser mais que outra o tempo todo. Se você for mãe demais, o casamento vai começar a definhar; se você for mulher demais, deixa a desejar como mãe. As duas coisas tem que caminhar juntas e isso vale de exemplo pros pais/marido também!
Maaaaaaas, voltando... Daí vem todo aquele processo de adapatação com RN, a fase do comecagadorme. Depois o bebê começa a interagir, sorri pra gente, senta, engatinha, começa comer e beber coisas diferentes. Ai ele anda! Gente, é a pior fase. Do nada a gente tem um bebê macaconinja em casa.
Eles sobem em tudo que é lugar (acredite, o Junior jpa tentou escalar um geladeira!), se enfiam em buracos inimagináveis, fogem prum lugar que não deveria, mexem onde não deveria. Ai a gente começa a pensar: "Eu. Outro filho? NÃO!"
Mas, sinceramente, eu preciso, necessito ter outro filho. Do contrário, Junior vai ser uma criança extremamente mimada! O que já acontece. Ele tem ciumes do computador, ciumes do pai, da vó, do telefone, dos brinquedos. Tudo porque é TUDO SÓ PRA ELE!
"Aaaah, mas Grauce, criar filho requer grana e dá trabalho!" O trabalho faz parte de tudo na nossa vida. Nada funciona sem trabalho, NADA! Se sua casa é limpa, é porque você tem que varrer, passar um pano, tirar um pó dos móveis; se você come, é porque você teve que ir pro fogão fazer o rango; se você usa uma roupa limpa, é porque a sua máquina de lavar fez o serviço pra você, mas quem foi que pôs na corda?....
Já o dinheiro... Eu costumo dizer que a condição a gente é que faz. Se o Maicon tivesse ganhando o mesmo salário da época que eu engravidei, pode ter certeza que estariamos vivendo. Pra isso temos dois braços, duas pernas.
Mas a frase que mais me chamou atenção nesse comentário foi "Nada falta, mesmo que a gente não possa dar tudo, filhos precisam crescer aprendendo que não se pode ter tudo que quer…" Esse é o ponto. Os filhos precisam entender que não podemos dar tudo que querem, na hora deles! Falo isso porque fui filha única durante 10 anos! Meus pais ganhavam bem, eu tinha a vida que toda menina queria: brinquedos bons, comida boa, roupa boa. Eu tinha tudo! E sinceramente, era um porre, era nojenta! Graças a Deus tive mais 3 irmão pra me salvar. rs
Filho único tende a ser egoísta, porque, querendo ou não, tudo é pra ele.
Sei que cada caso é um caso. Há exceções. Mas não quero ter um filho chato, crircri, egoísta futuramente.
E se Deus me abençoar, vou ter a minha princesa!!!
12 setembro 2012
Um presente de grego
Na terça, Junior completou 1 ano e 3 meses. E como presente, recebeu 3 pontos em cima da sobrancelha/supercilho.
Vovó Sol e eu estavamos facebook (ô trem...!) e de repente ouço um barulho, seguido do choro do Junior. O barulho era dos brinquedos dele, logo eu soube "caiu". Ele estava de bruços, perto da escada (de 3 degraus) que tem aqui em casa.
Quando eu peguei ele e virei vi que tinha machucado. Um corte pequeno e fundo. Na mesma hora pedi pra minha mãe pegar uma camisa pra ele (minha casa é muito quente e eu sabia que na rua estava "correndo" um vento gelado), troquei de roupa e fomos pro PS que é a 5 minutos a pé da minha casa.
Na hora da queda ele chorou, mas no caminho ao pronto socorro ele nem chorando estava. Foi brincado e rindo. Chegando lá fizemos a ficha e em menos de 10 minutos passamos pelo médico. "Mãe, cirurgia." "Eu já imaginava, que ele fosse levar uns 2 pontinhos." Fomos pra sutura. Foi onde demorou mais, tinha um homem com o dedo cortado na nossa frente. O médico/enfermeiro (não sei quem faz sutura, alguem sabe??) pediu que o homem fosse o primeiro, porque o Junior levaria um pouco mais de tempo e paciência. Esperamos por uns 10/15 minutos. Nesse periodo, liguei pro papai, que nem acreditou.
Entramos pra dar os pontos e fazer o curativo. Ai foi o pior momento. Deitei o Junior na maca, ele tava até com carinha de "vão fazer sacanagem comigo", tava desconfiado... O enfermeiro pediu que eu segurasse os bracinhos dele e "deitasse" sobre ele, o outro segurou a cabeça (não contei, eram 2). 3 agulhadas foram dadas dentro do ferimento. Como meu bebê chorava, aquilo era torturante. Além de sangrar horrores!
Depois disso, outro tormento: os pontos. Foi mais rápido que a anestesia, mas o Junior continuava chorando. Dados os 3 pontos, o enfermeiro colocou um curativo e falou pra lavar bem e que no dia seguinte poderia deixar "destampado". Todo esse processo anestesia-pontos-curativo, durou uns 15/20 minutos. E viemos pra casa. Junior estava bem, brincando, rindo e... aprontando.
Durante a noite, ele consegui tirar o curativo dormindo. Ficou numa mexeção só, depois que saiu ele dormiu melhor. Eu é que não dormi nada, com medo dos ponto sangrarem ou pior, abrir.
Ele está bem, não reclama de dor nenhuma. Nem parece que tá com a "cara rachada" rs. Estou com cuidados redobrados, por conta dos pontos.
"Mas que mãe de merda" Viu, fica no face, ó o que acontece!" Podem me criticar, podem me crucificar. Mas eu quero ver quem vai dizer que consegue ficar 24 horas de olho na sua cria. Não dá! Acidentes acontecem e pronto. Ainda mais quando se tem um filho levado. Graças à Deus foi um cortinho de nada, caiu do primeiro degrau, nada grave. Quantas mães choram porque descobriram que o filho tem uma doença grave?!
Tá com a cara rachada? Tá! Mas com saúde e isso que importa!!!
PS.: Aprendeu a falar "aaaaaaaaatá!" e "nanana", dizendo não e balanço o dedinho. Aaaaahh, se a gente pede beijo ele vem dá. #coisaricadamamãe
Vovó Sol e eu estavamos facebook (ô trem...!) e de repente ouço um barulho, seguido do choro do Junior. O barulho era dos brinquedos dele, logo eu soube "caiu". Ele estava de bruços, perto da escada (de 3 degraus) que tem aqui em casa.
Quando eu peguei ele e virei vi que tinha machucado. Um corte pequeno e fundo. Na mesma hora pedi pra minha mãe pegar uma camisa pra ele (minha casa é muito quente e eu sabia que na rua estava "correndo" um vento gelado), troquei de roupa e fomos pro PS que é a 5 minutos a pé da minha casa.
Na hora da queda ele chorou, mas no caminho ao pronto socorro ele nem chorando estava. Foi brincado e rindo. Chegando lá fizemos a ficha e em menos de 10 minutos passamos pelo médico. "Mãe, cirurgia." "Eu já imaginava, que ele fosse levar uns 2 pontinhos." Fomos pra sutura. Foi onde demorou mais, tinha um homem com o dedo cortado na nossa frente. O médico/enfermeiro (não sei quem faz sutura, alguem sabe??) pediu que o homem fosse o primeiro, porque o Junior levaria um pouco mais de tempo e paciência. Esperamos por uns 10/15 minutos. Nesse periodo, liguei pro papai, que nem acreditou.
Entramos pra dar os pontos e fazer o curativo. Ai foi o pior momento. Deitei o Junior na maca, ele tava até com carinha de "vão fazer sacanagem comigo", tava desconfiado... O enfermeiro pediu que eu segurasse os bracinhos dele e "deitasse" sobre ele, o outro segurou a cabeça (não contei, eram 2). 3 agulhadas foram dadas dentro do ferimento. Como meu bebê chorava, aquilo era torturante. Além de sangrar horrores!
Depois disso, outro tormento: os pontos. Foi mais rápido que a anestesia, mas o Junior continuava chorando. Dados os 3 pontos, o enfermeiro colocou um curativo e falou pra lavar bem e que no dia seguinte poderia deixar "destampado". Todo esse processo anestesia-pontos-curativo, durou uns 15/20 minutos. E viemos pra casa. Junior estava bem, brincando, rindo e... aprontando.
Durante a noite, ele consegui tirar o curativo dormindo. Ficou numa mexeção só, depois que saiu ele dormiu melhor. Eu é que não dormi nada, com medo dos ponto sangrarem ou pior, abrir.
Ele está bem, não reclama de dor nenhuma. Nem parece que tá com a "cara rachada" rs. Estou com cuidados redobrados, por conta dos pontos.
"Mas que mãe de merda" Viu, fica no face, ó o que acontece!" Podem me criticar, podem me crucificar. Mas eu quero ver quem vai dizer que consegue ficar 24 horas de olho na sua cria. Não dá! Acidentes acontecem e pronto. Ainda mais quando se tem um filho levado. Graças à Deus foi um cortinho de nada, caiu do primeiro degrau, nada grave. Quantas mães choram porque descobriram que o filho tem uma doença grave?!
Tá com a cara rachada? Tá! Mas com saúde e isso que importa!!!
Tá ai o resultado.
30 agosto 2012
Verdade ou mito?! #editado
Como nada se cria, tudo se copia... Resolvi entrar na onda! Toda essa corrente (como ela mesa disse rs), começou com a Valéria do blog Controversando.
♥ Você vai reconhecer todos os choros do seu filho, é instintivo.
Verdade. Nos primeiros dias a gente confunde um pouco, mas depois nos tornamos interpretes. Eu achava incrível entender cada chorinho do Junior. E não é só o choro, depois vem os sorrisos. É fantástico isso!
♥ Todos os seus nojos desaparecem.
No que diz respeito ao nosso filho, sim! Não tenho nojo de beijo babado, vomito, meleca, baba, coco... Mas do Junior! De outra criança eu morro de nojo!!! Aaaaarrrgh!!!
♥ Você vai achar que o seu nenê é o mais lindo do mundo.
Pra mim é sim. Mas não sou hipócrita de dizer que não existe criança ou bebê mais bonito que ele. Amo meu filho, mas não sou cega né gente!
♥ Você vai amar seu bebê no INSTANTE que ele sair da sua barriga.
Não é bem assim não. O amor vai crescendo com o passar dos dias. Claro que a gente ama, mas ter noção (ou pelo menos tentar ter) da dimensão desse amor, aaaaahhh só no dia a dia. Você vai se perguntar depois como pode um amor assim caber no peito.
♥ Cheiro de filho é a melhor coisa do mundo.
Sem sombra de dúvidas. Amo cada cheirinho do meu filhote. Amo o cheirinho do suor, do hálito, do bilau sujinho. Até o cheirinho da bundinha dele eu amo kkkk #aloca
♥ Seu casamento vai mudar.
E muito, a gente nem sabe o quanto. Ai vai depender d nível que o relacionamento está. A gente acha que quanto maior o bebê, melhor vai ficar e isso é mentira. Quando o Junior começou a "exigir" a nossa atenção, ficamos distantes um do outro, começamos a nos perder. Até que conversamos e chegamos à seguinte conclusão: faz parte. Se o casal não conversa, não sabe chegar a um denominador comum, a tendência é deixar de ser casal e serem somente pai e mãe. E o dia que isso acontecer, é porque a coisa tá mais pra lá que pra cá. Graças à Deus somos um casal e muito bem, diga-se de passagem! rs
♥ Você vai se apaixonar ainda mais pelo seu marido.
Outra coisa que depende. No nosso mundo da blogsfera, o que mais tem é casal querendo ser pais. Mas a realidade do mundo hoje é menina sendo mãe solteira, e o pior, às vezes nem sabe quem é o pai. Mas, como estou falando de MIM... Sim, eu me apaixonei mais ainda pelo Maicon. Falo com todo orgulho do mundo que ele é um excelente pai/chefe de família. Se preocupa com o nosso bem estar (isso inclui segurança, saúde, alimentação), com o nosso futuro. Me deu uma família que eu nem imaginava! Amo, amo muito meu magrelo!!! kkk
♥ Você vai ver que você daria seu cachorro/gato por causa do trabalho.
Não vou negar que penso nisso. Mas, ao mesmo tempo, penso que o Junior e o Marley ainda nem se conhecem direito e também no amor que sinto por ele. Mesmo ele sendo muito levado e me fazer enfrentar vários problemas por conta disso. Quando eu tiver minha casa, espero que as atitudes do Marley melhorem. Mas, por enquanto, tá dando pra levar. Fora, que o marido ajuda!
♥ Você vai morrer de ciúmes quando pegarem seu bebê.
De pegar eu nunca tive cíume, mas na parte dos cuidados eu tinha/tenho muito. Pra se ter uma idéia, o Junior tomou banho pelas mãos de outra pessoa aos 6 meses! Eu sempre amei cuidar dele: dar banho, trocar fralda, dar comida... Adoro fazer as coisas do meu bebê. Hoje eu "controlo" esse meu sentimento. Frizando: pegar no colo nunca tive cíume, não!
♥ Você vai descobrir o que é amor incondicional.
Aaaahh, isso é mais que fato. É a verdade mais absoluta que existe!
♥ Você vai entender sua mãe.
Lembro perfeitamente de quando ela dizia: "Quando você tiver os seus filhos, você vai me entender!". E super, super, super entendo.
♥ Visitas na maternidade são um saco (pq é isso que falam).
Ai eu amava. Passei 3 dias naquela maternidade vendo, o dia passar por uma janela que dava vista prum barranco. Nada melhor do que ver a família pra não se sentir só né gente! Mas em casa, tinha dia que me incomodava. Tinha aqueles dias de "não to afim", mas você tem que ficar lá, fazendo sala, repetindo as mesmas histórias, respondendo as mesmas perguntas, e o pior, ouvindo os mesmos pitacos!
♥ Amamentar é divino.
Depende. Até uns 4 meses atrás, pra mim, era. Tirando a fase ruim, que foi a pouco tempo atrás, é sim. Não digo divino, por que né, não vamos exagerar. Mas é muito, muito gostoso. A troca de sentimentos e o laço que se cria, não tem como explicar.
Quem te enganou, amiga?! Gravidez tá muito longe disso! Pra começar, a gente monta toda aquela cena do parto na cabeça, e chega no dia não chega nem metade, da metade, da metade, daquilo que a gente imaginou. Bom pra mim foi assim.
♥ A culpa vai te acompanhar pro resto da vida.
A culpa vira nosso nome. Tudo, tudo que acontecer de ruim vai fazer esse "lindo" sentimento aparecer!
21 agosto 2012
Amamentar: até quando?
Estou numa das piores fases da minha vida como mãe. Eu sofro, tenho vontade de chorar, de sair correndo. To me sentindo um peixe fora d'água, a mamãe mostro que não gosta de amamentar seu filho. E, por incrível que pareça, o que mais estou lendo nos blogs maternos é relatos maravilhosos sobre amamentação.
Ai vocês vão pensar assim: "Cruzes, que mãe é essa que não gosta de dar mamar pro filho! Porque teve então?" Gente, a coisa aqui tá difícil, muito difícil! Difícil no último grau que essa fase pode chegar. Eis agora o meu relato, que por sinal não vai ser nada agradavel. Vocês gostem ou não!
Sempre tive leite, muito leite, graças a Deus! Com 8 meses meu peito já vazava, e eu me sentia muito feliz por saber que poderia amamentar, que eu seria e teria o alimento tão primordial pros primeiros meses de vida do meu filho.
Junior nasceu. E sem nenhuma dificuldade, a primeira mamada foi um sucesso. E o muleque era guloso! Na maternidade ele acabou com o colostro e lá mesmo meu peito começou a rachar e a doer. Mesmo assim eu não desisti, aquilo me dava prazer, felicidade. Eu me senti capaz demais, pois coloquei ele no mundo e dava o alimento que ele tanto precisava. Amava toda aquele troca de carinho, de afeto e de amor que tinhamos.
Os meses foram passando, outros alimentos começaram a ser introduzidos e o Junior nem tchum. Ele não dava um sinalzinho se quer de que começaria a largar ou diminuir as "goladinhas", não esquecia o peito em nenhum momento! Mas não me incomodava e ele acordava no máximo 3 vezes por noite.
Mas, o tempo foi passando, passando... E nada! Ele não esquece! Há quase um mês atrás eu fiz um relato sobre o inicio do desmame. Comecei tirando as mamadas diurnas, que não tiveram nenhum resultado. Eu, mera tola, achei que não mamando mais durante o dia ele, aos poucos, pediria menos durante a noite. E me enganei! Como me enganei! Fez o efeito contrário, ele nunca acordou tanto. Nem mesmo quando era um RN, a coisa era tão complicada!
Ontem, lendo o relato da Carol que está mudando o sono do Lucas, percebi que ele chega a negar peito. Gente por aqui num rola nem a pau! Se o Junior acordar no meio da noite, o que acontece sempre, a única coisa que vai fazer ele dormir de novo é o peito!
Agora, pensem comigo, imaginem um bebê de 1 ano e 3 meses acordando mais de 4 vezes toda noite?? E com isso rola a cama compartilhada sempre. Eu ando tão cansada que chego a trazer ele pra cama dormindo, essa noite mesmo nem lembro como ele veio parar do meu lado.
Eu to desesperada, me sinto uma mãe de merda, que não consegue desmamar o filho, que não consegue acabar com a cama compartilhada. Que não consegue dar padrão nenhum a ele!
Ainda tem outra, o sono dele tá uma porcaria! Funciona assim os horários:
9/10h - acorda e toma mamadeira
12h - Almoço
15h - Lanche
18/19h - Janta
22h - Mamadeira
?? - Dormir
Ele toma vitamina, come bastante fruta, bastante legume, pão, biscoito, suco. Enfim, ele come de tudo. Depois do almoço eu dou banho, se eu der antes bate moleza e ele não almoça direito. Ai lááááá pras 2/3 da tarde ele dorme. É um sono ótimo depois da troca de horário. Antes ele almoçava e eu logo fazia ele dormir, na realidade não era nem dormir era cochilar, durava só 40 minutos, no máximo 1 hora. Mas ai lá pras 7 da noite ele queria dormir de novo. Ai honey, soninho de novo só 1/2 da manhã!!!
Enfim, depois que troquei o horário do sono as coisas melhoraram. Mas ele reluta muito pra dormir! Tudo se complica depois que o Maicon chega do trabalho, as 11 da noite! Ele quer brincar com pai. Já pedi pro Maicon evitar brincadeiras agitadas com ele nesse horário e até que funcionou. Mas mesmo assim ele briga muito pra se entregar ao sono. Ele só dorme depois de não aguentar mais!
Eu estou desgastada, cansada! Porque além de não dormir anoite, eu passo o dia ligada no 1500volts. O Junior é muito, muito levado! Eu falo até que quem pariu ele foi uma macaca de tanto que ele trepa nas coisas kkkk. Se eu der mole ele foje pro quintal, já quebrou um prato, ligou o ferro de passar na tomada, pega vassoura, balde. Tudo pra ele é brinquedo.
Eu fico com dó. Sei que bem no fundo é porque ele brinca pouco, a minha casa é muito pequena e o lugar que moro não ajuda em nada. Nem posso levar o menino pra correr na rua porque aqui é um lugar muito perigoso. Posso dizer, com todas as letras e com toda vergonha do mundo, que moro numa favela! Na minha infância esse lugar era maravilhoso, mas hoje... Se eu quiser que meu filho cresça e seja um homem de bem ou eu saio daqui ou ele é criado preso, vivendo de casa pra escola e de escola pra casa.
Gente, me ajuda me socorre! Fiz esse post num momento de desespero. Eu to muito, muito cansada. Sei que vou ter que desmama-lo na marra, tirar de vez. Sei que vai ser estressante e muito cansativo, eu tenho medo de não dar conta! Mas por outro lado sei que continuar assim é prejudicial pra ele e pra mim.
Só pra constar, ele não pega chupeta!
11 maio 2012
Ao meu eterno Bebê
Depois do dia 07 de outubro de 2010, nunca mais me tornei só. Desde esse dia tenho uma razão que me faça querer viver. Ver você pela primeira vez, naquele ultrassom que confirmaria a sua existência, foi mágico. "Tem um neném, sim" foram as palavrinhas mágicas pra que meu conto de fadas acontecesse.
Depois desse dia 07 eu descobri o quanto sou paciente. Nunca imaginei que conseguiria esperar por 38 semanas e 6 dias! É muito tempo! Mas o tempo sempre foi seu e de Deus.
Aaaah, o tempo... Tempo que fez minha barriga esticar numa proporção que eu jamais imaginei. Mas, era você. Sempre foi você! Você o causador de enjoôs matinais até o 3° mês de gravidez. Você o causador das primeiras vontades: siri, camarão e trilha. Você, você, você!
Mesmo com todas as dores que o decorrer das semanas traziam, eu me sentia bem, me sentia linda!
Sentir você mexer era tão gostoso, tão prazeroso. Mesmo quando doía, eu adorava. Era sempre um sinal de que você estava ali, comigo. Era um sinal de que ainda eramos apenas um.
Então, você resolveu que aquele espaço tão pequeno para o seu corpinho grande e roliço era pouco. Você queria crescer mais, evoluir. Começaram as contrações de treinamento até que vieram as dores de coluna. Dores essas que era você dizendo: "Mamãe, eu quero nascer. Você não entendeu, poxa!"
Fomos eu e você, papai e vovó Sol. Chegando na maternindade, mamãe achou que era "alarme" falso, que ainda não tava na hora. Mas quem disse que era eu quem mandava nas coisas?? Papai do céu já tinha batido o martelo, dia 11 de maior de 2011 era o seu dia de nascer.
Não existe dor de parto, dor de seio rachado. Não existe cabelo desgrenhado, fome, vontade de fazer n°1 e 2, sono. Nada disso! É tudo tão pouco perto de toda a alegria, felicidade e amor que você me faz sentir. Eu faria tudo, tudo de novo. Cada detalhe faria diferença.
Hoje você faz 1 ano. Puta merda, porque passou tão rápido?! Não dava pra você ser um pouco mais devagar?? Não, acho melhor não. Mesmo querendo, tanto, mas tanto você assim tão tititnho, eu quero que você cresça.
Peço a Deus que me dê sabedoria pra saber te educar. Que me dê paciência, e haja paciência, pro seu jeitinho turrão (teve a quem puxar). Que Deus me permita ver o seu primeiro dia de aula, o seu primeiro e lindo rabisco. Que eu possa te ajudar com uma lição de casa, que eu possa beijar uma machucadinho seu pra dor passar depressa.
Que eu veja sua voz engrossar, sua barba crescer, você ficar maior do que eu e mesmo assim sentir orgulho! Que eu veja a sua (ou suas, vai saber) namorada(s). Que eu veja você concluir sua faculdade seja qual for. Que eu veja você casar e ser feliz como eu e seu pai somos. Que eu veja Deus te abençoar com um filho(a) maravilhoso, assim como você.
E ai eu posso morrer. Morrer por ter ter amado tanto, por ter te venerado tanto. Morrer vendo, na minha mente, o bebezinho que neste momento que escrevo dorme seu soninho de anjo. Vou morrer vendo um filme na minha mente se passando. Vou relembrar sua gargalhada, seu choro, seus primeiros passos, suas artes.
Mas o que mais vai me fazer falta, vai ser ouvir você me chamando. Você dizendo: MÃE!
Ps.: Estou chorando, com um nó na garganta. Dói saber que ele tem que crescer e deixar de ser meu pra estar unica e exclusivamente nos cuidados de Deus.
Parabéns, Meu Filho!!!
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